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Laboratórios recém-inaugurados possuem máquinas, área aberta para vivência e tecnologias para cálculos precisos

Nova área de ensino prático para os cursos de Engenharia (Foto: Glauco Martinez)

O Centro Universitário Módulo inaugurou novos laboratórios para os cursos de Engenharia Civil e Engenharia de Produção, sendo a primeira instituição do Vale do Paraíba a proporcionar isto. São espaços adequados para se por em prática toda a teoria aplicada em sala de aula, trazendo a oportunidade para que os alunos tenham o primeiro contato com programas específicos para a área. Esta será uma oportunidade para lidar com esses instrumentos no dia a dia, aumentando a possibilidade para que sejam feitas pesquisas científicas na área.

O ambiente se divide em três salas no total. Uma delas contém apenas notebooks com softwares destinados ao ensino, já que os cálculos nesta área exigem uma enorme precisão, tornando mais rápido e mais fácil a vida dos futuros engenheiros.

As outras salas focam na parte prática.  Nelas, será possível mexer com materiais, testando cada um com o qual eles pretendam lidar. Neste ambiente, será possível  fazer concreto entres outras atividades.

Para Fillipe Mathias, coordenador dos cursos, “os novos laboratórios são totalmente essenciais para os alunos, trazendo o que eles passarão futuramente para dentro do campus.”

Novos equipamentos para aulas praticas dos cursos de Engenharia (Foto: Glauco Martinez)

 

Além dos três ambientes dentro do bloco, há ainda uma área ao ar livre, proporcionando aos alunos a experiência de aplicar os conhecimentos com condições parecidas com obras. “A ideia é prepará-los para a realidade”, explica o coordenador.

Para o aluno Hugo Santos os laboratórios tem uma infra-estrutura ótima. “Eles trazem oportunidades dentro da faculdade de pesquisa e maiores conhecimentos, o que nos deixa muito mais preparados para o mercado de trabalho.”

O aumento acontece em decorrência da grande quantidade de turistas que visitam as cidades

Bandeira vermelha na Praia do Itaguá classificada como não balneável pela CETESB (Foto: Maria Isabel)

Com a chegada da temporada, as praias são os destinos mais procurados pelos viajantes nas férias de fim de ano. A invasão de turistas aquece o comércio da cidade, mas na sua esteira aumenta poluição das praias.

Um dos problemas diz respeito ao fato de que boa parte das residências nas cidades litorâneas não tem ligação com a rede de esgoto da Sabesp, o que provoca a liberação desse tipo de material sem qualquer tratamento nos rios e córregos que desembocam nas praias.

Um exemplo desse cenário ocorre em Ubatuba,  que segundo uma estimativa do IBGE 2017 possui 88.313 moradores, mas na temporada chega muitas vezes a dobrar a quantidade de pessoas. O resultado é a classificação de algumas praias pela CETESB como não balneáveis, ou seja, com bandeira vermelha. Na semana do dia 30/10, Picinguaba, Itaguá, Santa Rita, Perequê-Mirim e Lázaro foram consideradas impróprias pelo órgão.

Segundo Antônio Augusto de Oliveira Neto, presidente da Amigos na Preservação, Proteção e Respeito a Ubatuba (APPRU), são poucas as praias da Cidade que contém a rede coletora da Sabesp. Praticamente só a região central da cidade é contemplada: os bairros do Centro, Sumaré, Silop (bairros centrais), e as praias do Tenório, Toninhas e Praia Grande –  esta última também se utiliza de um sistema feito por uma cooperativa.

Neto também explica que nos bairros do Perequê-Açu e Itaguá, que na última temporada ficou 83,3% do tempo imprópria para uso, existe a possibilidade de tratamento. “Há disponibilidade do tratamento do esgoto, a rede passa em frente as casas, mas os moradores não fazem a ligação”.

Outra questão é que a Sabesp somente faz um tratamento secundário no esgoto nesses bairros e praias que contém a rede coletora. Isso quer dizer que só são tratados os coliformes fecais. O correto seria uma intervenção terciária, que inclui o processamento de produtos como shampoo, detergente, sabonete e outros  que produzem uma grande quantidade de nitrogênio e fósforo.

Luciano Alves dos Anjos, professor de Biologia na Universidade Estadual Paulista (Unesp), explica que este esgoto, com tratamento secundário – ou sem nenhum tratamento – é liberado primeiro nos rios, causando sua morte através da eutrofização, que é a liberação excessiva de alguns nutrientes, como nitrogênio e fósforo, fazendo com que as algas que se alimentam desses nutrientes, se multipliquem. Dessa forma, estas algas consomem oxigênio excessivamente, matando os animais que vivem lá.

Depois, quando esta água com esgoto não tratado e sem oxigênio é liberada no mar, acaba prejudicando tanto os seres humanos que se utilizam da praia como dos animais que vivem lá. Para as pessoas, o esgoto não tratado pode trazer doenças de pele, causadas por fungo, até diarreia em crianças e adultos, devido às bactérias que existem neste meio.

Para a vida marinha, principalmente aquela que vive perto de onde é realizada a liberação do esgoto, a possibilidade dos animais contraírem doenças e morrerem é grande, já que esses bichos se alimentam dos nutrientes e dos coliformes fecais despejados.

Segundo Luciano, praticamente todos os animais sensíveis à poluição são afetados, como por exemplo os peixes comerciais utilizados para o consumo humano. “A tainha, o robalo, a garoupa e o paraty. Todos esses peixes podem ser afetados”, explica.

O professor explica ainda que o consumo de camarão também afeta a população. Os camarões se alimentam de detritos, restos orgânicos e inorgânicos, sendo beneficiados com esse esgoto. Mas os animais que vivem em áreas poluídas, se alimentam desses dejetos do esgoto não tratado, acumulando na sua carapaça ou carne vários agentes químicos nocivos aos seres humanos que irão pescá-los e consumi-los.

Estabelecimento mudará de localização em função de falta de infraestrutura e espaço

Por problemas de infraestrutura e espaço, a biblioteca atuará em nova sede no Centro Histórico de São Sebastião. (Foto: André Santos/PMSS)

A Prefeitura de São Sebastião fechou as portas da Biblioteca Pública Municipal por tempo indeterminado no último dia 16.  O espaço, que era localizado na Avenida Doutor Altino Arantes, foi fechado devido a problemas de infraestrutura e espaço, em função de ser uma construção antiga, que impedia os gestores de aplicar novos projetos.

Segundo Rosângela Rodrigues Ferreira, bibliotecária, a Biblioteca Municipal passará a se localizar no Centro Histórico de São Sebastião, no prédio onde estava instalado o Conselho Tutelar. “O prédio já foi desocupado e a planta do projeto está pronta, só precisamos que seja tombado como patrimônio da prefeitura para o início das obras”. No entanto, ela afirmou que não há data prevista para a mudança e nem para a reinauguração da biblioteca e quando questionada, disse não saber com precisão o valor estimado das obras.

Enquanto a biblioteca não se muda para sua nova sede, os funcionários do estabelecimento estão instalados na Secretaria de Cultura e Turismo (SECTUR). Na secretaria também estão guardados os livros da biblioteca em uma sala que foi desocupada especialmente para armazenar o acervo estimado em cerca de 25 mil livros.

Rosângela ainda comentou que a biblioteca receberá uma quantidade indeterminada de novos títulos quando for reinaugurada no novo prédio e contará com novos setores devido ao espaço maior, dentre eles, um setor de pesquisa e uma área infantil.

O câncer de mama é o tipo mais comum nas mulheres, representando 25% dos casos novos

Alguns dos alunos participantes do projeto. (Foto: Arquivo Pessoal).

Na última semana (23) a turma de enfermagem do Centro Universitário Módulo, juntamente com a coordenadora do curso Ana Flora Gobbo e as professoras e enfermeiras Shirley Marcondes e Lidiane Dias, realizaram a Campanha do Outubro Rosa.  Foram 65 pessoas doadoras de cabelo e as mechas serão destinadas ao Instituto do Câncer do Estado de São Paulo – ICESP.

Durante o dia do projeto, que funcionou pela manhã das 9 às 11 horas e à noite das 19 às 22 horas, foram distribuídas senhas. A distribuição só parou porque o número de interessados era maior do que o tempo que os profissionais dispunham para realizar os cortes.

No dia, todos podiam participar. Era só chegar e pegar uma senha e esperar os cabeleireiros voluntários, que somavam em três profissionais: Daniela, Vicente e Gisele que é aluna de enfermagem. “Ainda não sabemos quantas perucas vão ser feitas através das doações. O Instituto vai informar depois, quantas conseguiram produzir”, disse Lidiane.

Doadores, alunos e voluntários no dia da Campanha do Outubro Rosa. (Foto: Arquivo Pessoal).

A ideia do projeto partiu de uma postagem que as professoras viram em uma rede social e pensaram que poderiam fazer algo parecido no Módulo. “Em torno de 20 dias, nós já organizamos tudo. Foi muito rápido. Vimos a ideia e passamos para coordenadora, que aprovou”, explicaram as professoras.

Na sexta-feira anterior ao evento, os alunos do curso de Enfermagem foram às salas da universidade, para anunciar a campanha, como aconteceria e seu objetivo, que era principalmente a conscientização do câncer de mama e a doação de cabelos para confecção de perucas destinada as mulheres portadoras da doença.

Mariana Medeiros e sua mãe Selma Medeiros no dia da doação das mechas. (Foto: Arquivo pessoal)

“O privilégio de saber que posso proporcionar a felicidade e a melhora da autoestima da mulher em um momento tão delicado, que é o tratamento do câncer, trazer o sorriso de volta a ela e transmitir carinho e amor pelas mechas do meu cabelo, não há preço que pague!”, citou Mariana Medeiros, 20, estudante de enfermagem que levou sua mãe Selma Medeiros, 55, para doar junto com ela.

“Em uma conversa com os alunos, eu disse que nosso cabelo cresce de novo. Eu tive um filho com câncer, que se incomodava muito com o fato de ser careca. Ele dizia ‘mãe as pessoas estão me olhando’. Eu sei como é”, lembrou Shirley.

65 mechas de cabelo foram doadas ao todo na campanha. (Foto: Jhessica Fernandes).

O câncer de mama é a segunda doença que mais causa morte de mulheres no Brasil segundo o site IBRADOC (Instituto Brasil Doméstico Cidadão), em primeiro lugar são as doenças cardiovasculares. É fundamental que a população seja orientada, através de campanhas, focando na prevenção e mudanças de hábitos.

Para o Brasil, em 2016, eram esperados mais de 57 mil casos novos de câncer de mama. O câncer de mama corresponde a cerca de 25% dos casos novos a cada ano. Especificamente no Brasil, esse percentual é um pouco mais elevado e chega a 28,1%, conforme registra o site INCA. Ainda segundo o site, é importante a mulher fazer o autoexame,  mamografia regularmente, principalmente após os 40 anos de idade, e seguir todas as orientações e instruções médicas.

Em relação ao novembro azul, as professoras disseram que a comunidade acadêmica pode ficar no aguardo, já que haverá uma campanha voltada ao mês de prevenção e conscientização do câncer de próstata. “É segredo ainda, mas assim que for aprovado pela reitoria, será divulgado o projeto”, diz Ana Flora.

E no ano que vem a coordenação do curso de Enfermagem pretende repetir a Campanha do Outubro Rosa. “Principalmente devido ao sucesso. Pensamos até em fazer dois dias, mas preferimos guardar um pouco do gás para o Novembro Azul”, completou Lidiane.

Profissional do clube paulista, Ricardo Oliveira, esteve em Caraguatatuba selecionando atletas da região

Apesar da chuva, várias crianças participaram do evento. (fotos Daniela Andrade)

Mais de 170 atletas entre 11 e 14 anos participaram da seletiva do Esporte Clube Corínthians nesta segunda-feira, no centro Esportivo Municipal Ubaldo Gonçalves (CEMUG), em Caraguatatuba. Apenas quatro conseguiram vaga para segunda etapa que será em São Paulo. As Inscrições foram feitas, mediante a doação 1 kg de alimento e 1 litro de leite, que foram encaminhados ao Fundo Social de Solidariedade de Caraguatatuba.

Gabriel Felipe Tomé, conhecido como “Birô Birô”, nascido em 2004, foi um dos atletas selecionados. “Estou muito feliz por poder mostrar o meu futebol e conseguir me destacar”, conta o jovem.

Rafael Basagli, de 2008, ponta direita, deixou o pai, Fabiano de Brito, emocionado com o desempenho dele. “Estou emocionado. Hoje foi uma boa conquista para o meu filho. Estou muito orgulhoso e feliz por ele estar realizando um sonho”.

Os atletas Hugo Vinicius (2008) e Rafael Silva (2005) também se destacaram naquela manhã chuvosa de segunda-feira. Hugo veio acompanhado de toda a família e ficou muito emocionado com o resultado.  A mãe dele, Carolina Oliveira contou que o garoto já participou de outras seletivas e se destacou. “Mas ele queria vir para o Corinthians, que é o time de coração dele”, explica. Entusiasmado, o pequeno disse que sonha conhecer Balbuena, um dos defensores do clube.

Já Rafael Silva crê que será importante participar do treinamento em São Paulo. “Quero mostrar meu futebol e me destacar por lá”.

Também houve quem veio de longe para seletiva mas não teve tanta sorte. Valcerlan Oliveira, técnico em barra do Sahy, a 56 km de Caraguatatuba, trouxe consigo os filhos, Lucas, de dez anos, e Gabriel, com 11. Os dois jogam no sub 11. “Infelizmente não passaram hoje, mais gostei do desempenho dos meus garotos”, conta o pai.  Gabriel está de malas pronta para o Paraná, já que se destacou em uma seletiva do Atlético Paranaense. O garoto deixou um conselho para o irmão caçula Lucas. “Hoje não conseguimos, mais amanhã pode ser melhor. Agora é focar nos nossos objetivos, estudar bastante, treinar bastante e ir atrás dos nossos sonhos”.

O desempenhos dos atletas esteve na mira do professor Ricardo Oliveira, observador técnico do Corinthians, que afirmou que para ser selecionado o atleta precisa, na parte técnica, saber utilizar alguns fundamentos básicos. “O domínio, passe, finalização, cabeceio, vai depender da posição da criança”, explica.

Para Ricardo, a idade da criança também é um fator de influência.  “Quanto mais novo, é mais fácil, pois os meninos mais velhos já vêm com certos vícios. Quanto antes conseguirmos levar o atleta pro clube, melhor! Prefiro que os atletas sejam “crus” para que possamos desenvolvê-lo dentro do clube”.

Ricardo Oliveira, olheiro do Corinthians, esteve em Caraguá selecionado garotos para a base do Clube.

Ele explica ainda que a partir de agora, os quatro selecionados  passam para a fase de observação, dentro do Parque São Jorge. O olheiro ressalta a importância da parceria que recebe dos professores e técnicos Claudio Ferreira, Lincoln Sato, Leonardo Sergio, da Secretaria de Esportes de Caraguatatuba ao realizar a peneira.

Claudio, tinha como principal função, distribuir os coletes e direcionar cada atleta à sua função. Leonardo e Lincoln estavam à disposição para todas as funções de acordo com o que o olheiro pedia.

A seleção contou com participantes nascidos entre 2006 e 2009 – que terão o período de observação de 27 de novembro a 1° de dezembro –  e  os nascidos entre 2003 e 2005, que participam na semana do dia 06 a 10 de novembro. Os dois grupos terão uma rotina de treinamento diário junto a atletas selecionados do Brasil todo.

 

Jovem de Ilhabela é atualmente jogador de futebol profissional no Santo André

Alex é famoso na cidade de Ilhabela pelo seu talento (Fotos: Arquivo pessoal)

Alex Nagib, 21 anos, jogador de futebol desde os nove anos, batalhou por seu sonho e hoje vê o quanto valeu a pena os sacrifícios e dificuldades enfrentados pelo caminho. “Cheguei no clube Santo André em 2015. Lá me tornei profissional, mas meu primeiro time foi o União Suzano, quando tinha 16 anos.”

Apesar de seu talento, foram necessários muitos testes. Isso rendeu a Nagib um extenso currículo, tendo jogado anteriormente pelos clubes Primeira Camisa, de São José dos Campos;  Brasilis, Grêmio Barueri e São Paulo, na capital;  além de Juventus e Marcílio Dias em Santa Catarina.

Seu atual clube lhe forneceu boas estruturas para se manter desde que chegou, na época de base. Mas nem sempre foi assim. “Alguns clubes têm alojamento, lugar em que dão comida, porém, depende do clube. Se não tem estrutura, nós temos que tirar do nosso bolso para nos mantermos.” O atleta disse que já viveu este tipo de situação.  “Já passei por lugar de não ter nem comida e precisei me virar. Quando meu pai me ligava, eu dizia que estava tudo bem, só para continuar em busca do meu sonho”, relembra.

Alex (de uniforme azul) jogando pelo Santo André contra Audax.

Atualmente, o jogador tenta conciliar a rotina de treinos e jogos com fins de semana em que volta a Ilhabela para ver sua família, namorada e amigos. Mas lidar com constantes viagens foi difícil. “No começo eu chorava muito, era muito novo. Foi a partir dos meus 9 anos que comecei a ficar longe para jogar.  Meu pai desde sempre foi quem me levou para todo lugar e me apoiou em tudo”, conta.

A família tem boas recordações de tudo o que passaram. O pai, Nagib Pereira, citou lembranças como a avaliação para o São Paulo, no estádio do Morumbi, onde havia cerca de 30 garotos de diferentes estados a serem avaliados. Seu filho foi o único a passar. “Vi aquele estádio e pensei: será que um dia verei meu filho jogar aqui?” E assim como o pai, o irmão do atleta, Jefferson Teixeira, se recorda de muitos momentos bons e citou uma das primeiras viagens que fizeram juntos para MG, na cidade de Itupeva, onde o time de Alex ganhou de 3 a 1.

Em relação a seus sonhos e futuro, Alex afirma querer chegar a “um grande clube, com certeza, e a seleção será consequência do meu trabalho. Sei que Deus tem o melhor pra mim”, acredita.

O Santo André está classificado no Grupo B do Paulistão A1 2018, junto ao São Paulo, Ponte Preta e São Caetano. Em 2017, o jovem teve sua oportunidade de participação no campeonato e tem esperanças. “O próximo ano vai ser o segundo como profissional, então tenho que batalhar para ter espaço novamente no elenco”, finaliza.

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Evento contou com mais de 30 "Beer Trucks", 11 bandas locais e uma do Rio Grande do Sul

Festival reuniu os mais variados sabores, texturas e aromas de cervejas(Foto:Cláudio Gomes)

Aconteceu nos dias 20,21 e 22 de outubro o primeiro festival de cerveja artesanal do Litoral Norte, na praça de eventos de Caraguatatuba, no centro da cidade. O 1º Caraguá Beer Festival reuniu mais de trinta “beer trucks”, “food trucks”, bar temático, estandes para comercialização de salgados, camarões, doces, espetinhos e milk shakes.

O festival reuniu bandas locais de Rock, Jazz e Blues e até uma banda do Rio Grande do Sul, a Mustache e os Apaches. Mas o ponto alto foram mesmo as cervejas artesanais de diferentes sabores, tonalidades, texturas e aromas que fizeram alegria dos apaixonados por bebidas.

Estiveram no evento as cervejarias Sapucaí, Balmann, Madalena, Dortmund, Cervejoca, Quinta do Malte, Cervejaria do Brasil, Hebling, Berggren, Colorado, entre outras.

Thiago Torres, formado em Somelier pelo Instituto da cerveja do Brasil(ICB), foi um dos expositores do trailer “Camarim Barber Club”, bar com estilo pub de cervejas artesanais, frutadas, cremosas, sabor bacon, cervejas tropicais entre outros 120 sabores. Seu trailer foi um dos mais procurados pelos amantes da cerveja. As faixas de preços cobradas pela bebida variaram de R$ 7,00 a R$ 70,00.

O somelier explicou que a cerveja tem três parâmetros para serem avaliados por degustadores: semelhança, contraste e potência. A mais solicitada em seu trailer foi a cerveja Dama Pilsen, produzida pela cervejaria Dama que conquistou a medalha de ouro no 14º European Beer Star 2017, realizado em Munique, na Alemanha. Este prêmio é considerado o melhor do mundo.

Banda gaúcha foi atração que mais atraiu o público (Foto: Cláudio Gomes)

O trailer de Thiago também chamou a atenção dos apreciadores de cerveja por ter uma tabela periódica das cervejas em que cada elemento químico correspondia a uma característica da bebida. Além disso na tabela estava detalhada toda a produção, desde o plantio da cevada, a mostura, fervura, fermentação, filtração, fermentação, até a finalização do processo de fabricação da cerveja.

Segundo os organizadores, não houve qualquer problema de segurança durante os três dias do evento. Alex Sandro, segurança da empresa contratada para o serviço, disse que o evento superou suas expectativas em relação à quantidade de público que prestigiou o evento. “Da tarde para a noite, por volta das 6h,  era a o momento que mais lotava, até por que as bandas começavam a se apresentar neste horário.”

 

Números preocupam Cartório Eleitoral de Caraguatatuba, pois será difícil prestar o atendimento próximo ao prazo

Cartório Eleitoral de Caraguatatuba (Fotos: Assessoria de Comunicação Prefeitura de Caraguatatuba)

A cidade de Caraguatatuba conta com cerca de 86 mil eleitores, mas somente 30% realizaram a identificação biométrica.

A regularização será feita até a primeira semana de maio de 2018. Caso contrário o titulo será cancelado. Caso o prazo termine, é preciso comparecer ao Cartório Eleitoral para saber os procedimentos a serem adotados.

“Os números preocupam muito, pois é uma taxa muito baixa já que o cadastramento está ocorrendo desde 2015”, explica Claisson Alves Ferreira, diretor do Cartório Eleitoral da cidade.

Com o titulo eleitoral cancelado, o eleitor fica impedido de obter passaporte, inscrever-se em concursos públicos, renovar matrícula em estabelecimentos oficiais de ensino, obter empréstimos, entre outros impedimentos.

O cadastramento é exigido até para aqueles que não têm a obrigatoriedade de votar, como os idosos acima de 70 anos e os jovens de 16 ou 17 anos, caso queiram votar.

A eleitora Heloisa Nascimento tem dúvidas sobre a eficiência do procedimento. “A biometria pode até ser mais segura, mas trará mais atrasos, pelo fato que mexo muito com produtos de limpeza. As digitais ficam difíceis de se identificar e já ocorre muito isso comigo nos bancos.”

Para realizar o cadastramento basta comparecer ao cartório de segunda a sexta-feira, das 12h às 17h45, munidos do documento de identidade original, título de eleitor (se tiver) e um comprovante de residência emitido, no máximo, há 3 meses.

Para mais informações, o eleitor deve procurar o Cartório Eleitoral, que fica na Avenida Brasil, 775 – Sumaré. Telefone: (12) 3882 – 1398

Parte da verba será destinada ao final das obras da Unidade Básica de Saúde no centro da cidade

Maquete da futura UBS no centro da cidade que tem prazo para ficar pronta até julho do próximo ano.(Foto:Divulgação)

Em nove meses (até julho do próximo ano), Ubatuba vai ganhar mais uma Unidade Básica de Saúde (UBS), um Centro De Atenção Psicossocial (CAPS) e um outro de Referência de Álcool e Drogas (CREAD). Os projetos só foram possíveis graças a uma parceria com a Secretaria Estadual da Saúde, que disponibilizou – via Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) – R$ 12 milhões. Outros R$ 3 milhões serão aplicados para a reforma do posto de saúde do Ipiranguinha e Puruba.

Segundo o secretário municipal da Saúde, Alessandro Cacciatore, a nova UBS já está sendo construída no centro da cidade e receberá duas equipes de Estratégia de Saúde da Família (ESF) no Centro, que correspondem às unidades do bairro Umuarama e Sumaré, que atualmente estão localizadas em imóveis alugados.

A Secretaria de Comunicação informou que o prefeito garantiu ser este investimento um avanço na melhoria da saúde “Esta parceria com o governo do Estado nos permitirá avançar e assim dar início ao nosso programa de recuperação da saúde pública municipal”, afirma o prefeito Delcio Sato.

A parceria faz parte do programa “Saúde em Ação”. Por intermédio dele, são construídas novas unidades de saúde, é feita a capacitação dos servidores e ainda investe-se em equipamentos nas unidades. Dessa forma, reduz-se o volume de pacientes nos hospitais e ao mesmo tempo melhora-se a infraestrutura e a qualidade no atendimento.

Saúde em Ação

O “Saúde em Ação” é um programa do estado de São Paulo cujo intuito é fortalecer e melhorar a qualidade dos serviços prestados à população. O programa financia 826 milhões de reais em 71 municípios, incluindo o Litoral Norte. O programa conta com a parceria do Governo do Estado e com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O projeto pretende realizar 163 obras na área da saúde no Brasil.

 

Local lidera a lista há mais de dez anos. Outras áreas perigosas são as avenidas Geraldo Nogueira da Silva e Dr. Arthur Costa Filho.

Há dez anos, a avenida, onde se localiza o Hospital Stella Maris, é o principal foco de acidentes na cidade. (Foto: Ilda Zenita)

A Avenida Miguel Varlez é atualmente o ponto onde mais ocorreram acidentes de trânsito em Caraguatatuba, segundo os dados estatísticos colhidos até o primeiro semestre de 2017, na Secretaria de Trânsito e Segurança. Em segundo lugar, está Av. Geraldo Nogueira da Silva, e logo em seguida a Av. Dr. Arthur Costa Filho, que de acordo com os dados teve redução em acidentes comparando-se com anos anteriores.

No geral, entre 2007 e o primeiro semestre deste ano, a Av. Miguel Varlez contabilizou 682 acidentes. O segundo lugar ficou com a Av. Dr. Arthur Costa Filho, com 532 ocorrências.

Por outro lado, os pontos mais tranquilos da cidade, em relação a ocorrências, são as Avenidas Anchieta e Prestes Maia, que não tiveram nenhum acidente registrado neste ano até o momento.

O ano de 2010 foi o principal foco de acidentes na cidade. (Fonte: Secretaria de Trânsito)

Em dez anos a frota de Caraguatatuba mais que dobrou. Até julho de 2017, a cidade tinha 62.262 veículos circulando contra 25.881 em 2007, ou seja um aumento de 140%.  Os dados demonstram ainda que o veículo que mais participa de acidente na cidade é o automóvel. No entanto,  é a motocicleta que gera mais vítimas, 43%.

A moto é o veículo que mais gera vítima no trânsito de Caraguá. (fonte: Secretaria de Trânsito)

Nos últimos dez anos, a média de acidentes de trânsito nos meses de dezembro e janeiro superam os outros meses, com 70 e 85 acidentes respectivamente. Dos acidentes, a colisão dispara em primeiro lugar. Segundo Jefferson Calza, Chefe de Seção do Setor de Triagem e Estatísticas da Secretaria de Trânsito, Segurança e Defesa Civil  as pessoas costumam confundir colisão com choque. “A colisão acontece quando há uma batida de dois veículos em movimento. Quando a batida se dá em um objeto parado, é considerado choque”, explica. Dessa forma, quando um carro e uma bicicleta, que também é considerada veículo não motorizado, colidem em movimento, é considerado colisão. Já se o ciclista estiver empurrando a bicicleta, o acidente é classificado como atropelamento.

Calza ainda conta que quando um local apresenta um número elevado de acidentes, providências são tomadas por uma equipe que faz o estudo técnico para analisar a situação. “Por exemplo, colocamos uma lombada, diminuímos a velocidade, depende do caso”, conclui.

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