Cidades

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O equipamento fica localizado no centro da cidade, próximo ao Pólo Cultural Profª Adaly Coelho Passos.

Banheiro público instalado na Praça Cândido Motta (Fotos: Claudio Gomes)

A Prefeitura de Caraguatatuba instalou dois banheiros públicos gratuitos, um feminino e um masculino, na Praça Cândido Motta. Essa é a primeira construção do projeto piloto e teve duração de quatro semanas.

A obra foi iniciada no dia 2 de outubro, com a abertura do espaço no jardim. Em seguida, foram feitas as instalações elétrica, hidráulica e de esgoto pelos funcionários da Secretaria de Obras.

O sanitário é um projeto piloto e segundo o Secretário de Obras, Leandro Borella, se for aceito pela população, será estudada a instalação de outros lavabos em outras partes da cidade.

Primeira fase da obra de instalação do banheiro (Foto: Claudio Gomes)

O banheiro permanecerá na Praça durante toda a temporada de verão. “Por ser um projeto piloto, o único custo que tivemos foram com as instalações elétrica e hidráulica”, declarou Borella.

“Para nós, ambulantes, é muito importante ter um banheiro aqui na praça, porque não podemos usar os das lojas”, disse Aguinaldo Dias, vendedor de água de coco.

Os toaletes terão pia em inox, torneira com desligamento automático, espelho de grandes dimensões com tecnologia antidestruição em chapa polida, porta gel e papel toalha, descarga com água potável, vaso sanitário com proteção contra quebra e ar condicionado.

Os usuários não têm acesso ao banheiro que depende de limpeza geral para ser inaugurado.

A manutenção ficará por conta da Secretaria de Serviços Públicos durante o período de teste. Caso o banheiro permaneça após a temporada, a limpeza será feita pela empresa BF Serviços Ambientais, responsável pela instalação do toalete.  Ainda não foi definido um horário de funcionamento pela Prefeitura.

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Localizado no Portal da Olaria, o lugar está interditado há vários anos e gera polêmica entre especialistas

Fachada discreta do extinto Cemitério Municipal do Portal da Olaria. (Fotos: Bruno Almeida)

Quem passa pelo bairro Portal da Olaria, na região central de São Sebastião, dificilmente percebe a existência desse discreto cemitério. Com menos de 100 metros quadrados, o Cemitério Municipal do Portal da Olaria possui cerca de 50 túmulos, muitos deles sem qualquer tipo de identificação. As duas árvores dentro do local, com raízes enormes, já não respeitam a última morada dos que um dia residiram nos tradicionais bairros caiçaras próximos dali.

No século passado, era comum enterrar as pessoas próximas da praia em cidades litorâneas.

Membros das famílias que fundaram o bairro sempre disputaram o direito de serem enterradas no pequeno e de aparência humilde cemitério. O lugar pertencia ao Convento Nossa Senhora do Amparo, no bairro vizinho de São Francisco, um dos principais núcleos da cultura caiçara sebastianense. 

Convento Nossa Senhora do Amparo, no bairro São Francisco. (Foto: Acervo FormArte)

De acordo com um livreto encontrado no Arquivo Histórico do Convento “Crônicas do Venerando Convento de N. S. do Amparo (1938-1982)”, em 1908, o vigário Gastão de Moraes construiu um cemitério no terreno ao lado direito do convento, cercado com muro de pedra. Esse cemitério foi invadido e hoje existem várias casas no local.

Em maio de 1944, o convento adquiriu um terreno no caminho para o Centro de São Sebastião destinado à instalação de um novo cemitério. Esse terreno foi comprado de Idalina Campos, uma moradora do bairro na época. O convento transferiu a posse do novo cemitério para a Prefeitura Municipal, e em 23 de junho de 1945, os dois primeiros sepultamentos foram feitos. No local, a reportagem do FocaNaWeb tentou visualizar as campas, porém não foi possível em função da falta de identificação.

Túmulo perpétuo da família Kajiya.

Também, no cemitério central, onde funciona a administração, não foram encontrados quaisquer registros. Estima-se que os primeiros a serem sepultados ali sejam integrantes da família Kajiya, uma das fundadoras do bairro, e que possui um túmulo perpétuo localizado bem no centro do cemitério. 

Meio ambiente

O Cemitério Municipal do Portal da Olaria se estabeleceu na década de 1940, em uma faixa de terra muito próxima do mar, quando não havia preocupação com potenciais impactos ambientais causados por esse tipo de construção. Porém, de acordo com o atual secretário adjunto de Meio Ambiente de São Sebastião, Auraci Manzano, já não existe o risco de contaminação do solo, pois “o cemitério foi interditado há vários anos, e não recebe mais nenhum corpo”.

Segundo Manzano, a Prefeitura não vê a necessidade de se fazer estudos para determinar se o solo ou a água naquela região estão ou não contaminados. Além disso, esse tipo de estudo levaria muito tempo e dependeria de uma quantidade de recursos que a Administração não possui.

O cemitério divide o terreno com uma náutica e algumas residências.

Na semana passada, uma baleia que apareceu morta em uma praia de Caraguatatuba foi enterrada ali mesmo. Imagine que uma baleia tem o mesmo peso que 20 ou 30 pessoas juntas, se ela não contamina, uma pessoa enterrada também não”, comparou o secretário.

O ex-secretário de Meio Ambiente do município, mestre em Direito Ambiental, advogado, ambientalista e professor universitário, Eduardo Hipólito do Rego, discorda de Manzano, e argumenta que, para se saber exatamente o grau de contaminação do solo, somente através de sondagens específicas. “Só isso pode dizer o que tem lá embaixo e em que grau”, disse.

As raízes das árvores tomaram conta do solo e derrubaram algumas estruturas.

São coisas bem diferentes: o cemitério faz essa função há 100 anos. A baleia foi enterrada semana passada. Imagine se alguém naquela área, como por exemplo donos de garagens náuticas ou residências, tem um poço artesiano. Que qualidade terá essa água?”, questiona o ex-secretário.

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A área de construção é a que mais apresenta empregos

Trabalhadores aguardando vagas disponíveis no PAT (Foto:Cláudio Gomes)

O Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) de Caraguatatuba está com novas vagas para o mês de outubro. Todas as vagas estão cadastradas no site da Prefeitura, na área do Serviços ao Cidadão.

O interessado deve apresentar os documentos pessoais (RG, CPF, CTPS e PIS) no PAT ou no Poupatempo de Caraguatatuba.

As vagas possuem perfis específicos com relação à experiência, escolaridade, entre outros, podendo sofrer variações e não estarem mais disponíveis se atingirem o limite máximo de encaminhamentos, ou ainda, em caso de encerramento pelos empregadores que as disponibilizaram.

“A disponibilidade de vagas aumentaram nas últimas semanas, diminuindo assim o número de desempregados na cidade”, disse o funcionário do PAT Ygor Ribeiro dos Santos.  Ele ainda ressalta para que o cidadão não esqueça seus documentos pois sem eles o cadastro não poderá ser concluído.

Vagas de emprego crescem em Caraguatatuba(Foto:Divulgação)

Confira abaixo o quadro explicativo com as vagas disponíveis,requisitos para concorrer a vaga,região e se é exigida experiência.

Ocupação Nº Vagas  Nível de instrução Exige experiência (em meses) Região
Assistente de vendas 1 Médio completo 06 —–
Auxiliar administrativo (PCD) 1 Médio completo 04 —–
Auxiliar de escritório (estágio em adm ou ciências contábeis) 1 Superior cursando 04 —–
Auxiliar de laboratorista de solos e concreto (PCD) 1 Médio completo 05 —–
Auxiliar de mecânico de autos 1 Fundamental incompleto 05 —–
Auxiliar de trafego 1 Fundamental completo 06 —–
Auxiliar financeiro 2 Superior completo 05 —–
Auxiliar técnico de refrigeração 1 Médio completo 06 —–
Chapeiro de aço (Calheiro) 1 Fundamental completo 06 —–
Cozinheiro 5 Fundamental completo 06 —–
Eletricista de Instalações 1 Fundamental completo 06 —–
Eletricista de manutenção em geral 1 Médio completo 06 —–
Empacotador, a mão (PCD) 1 Médio completo 05 —–
Empregado domestico 1 Fundamental completo 06 —–
Empregado domestico (dormir no local) 1 Fundamental completo 06 —–
Estampador de tecidos 1 Fundamental incompleto 05 Centro
Esteticista (depiladora) 1 Fundamental completo 06 —–
Farmacêutico 3 Superior completo 06 —–
Garçom 2 Fundamental completo 05 —–
Mecânico de automóveis 1 Médio completo 06 —–
Operador de bomba de concreto 1 Fundamental incompleto 06 —–
Operador de telemarketing ativo e receptivo 2 Médio completo 06 —–
Repositor de mercadoria (PCD) 1 Médio completo 05 —–
Saladeiro 1 Fundamental completo 06 —–
Supervisor de vendas 1 Médio completo 06 —–
Torneiro mecânico 1 Fundamental incompleto 06 —–
Tosador de animais 1 Médio completo 06 —–
Técnico em instrumentação 1 Médio completo 06 —–
Vendedor de consórcios (possuir veiculo próprio) 1 Médio completo 06 —–
Vendedor de serviços 1 Médio completo 06 —–
Vendedor interno (possuir CNH B) 1 Fundamental completo 06 —–
Vendedor pracista (segmento de bebidas e cigarros) 1 Médio completo 06 —–
Vendedor pracista (segmento de financiamento de veiculos) 1 Médio completo 06 —–
Vendedor pracista 3 Médio completo 06 —–

 

O Posto de Atendimento ao Trabalhador de Caraguatatuba (PAT) tem como objetivo promover oportunidades de emprego e inserção no mercado de trabalho e não oferece informações sobre vagas por telefone, detalhes sobre as vagas somente pessoalmente no local.

O posto funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. A distribuição de senhas de atendimento é feita diariamente até 16h30.O PAT está localizado na Rua Taubaté, 520, bairro Sumaré. O telefone é (12) 3882-5211.

 

Local lidera a lista há mais de dez anos. Outras áreas perigosas são as avenidas Geraldo Nogueira da Silva e Dr. Arthur Costa Filho.

Há dez anos, a avenida, onde se localiza o Hospital Stella Maris, é o principal foco de acidentes na cidade. (Foto: Ilda Zenita)

A Avenida Miguel Varlez é atualmente o ponto onde mais ocorreram acidentes de trânsito em Caraguatatuba, segundo os dados estatísticos colhidos até o primeiro semestre de 2017, na Secretaria de Trânsito e Segurança. Em segundo lugar, está Av. Geraldo Nogueira da Silva, e logo em seguida a Av. Dr. Arthur Costa Filho, que de acordo com os dados teve redução em acidentes comparando-se com anos anteriores.

No geral, entre 2007 e o primeiro semestre deste ano, a Av. Miguel Varlez contabilizou 682 acidentes. O segundo lugar ficou com a Av. Dr. Arthur Costa Filho, com 532 ocorrências.

Por outro lado, os pontos mais tranquilos da cidade, em relação a ocorrências, são as Avenidas Anchieta e Prestes Maia, que não tiveram nenhum acidente registrado neste ano até o momento.

O ano de 2010 foi o principal foco de acidentes na cidade. (Fonte: Secretaria de Trânsito)

Em dez anos a frota de Caraguatatuba mais que dobrou. Até julho de 2017, a cidade tinha 62.262 veículos circulando contra 25.881 em 2007, ou seja um aumento de 140%.  Os dados demonstram ainda que o veículo que mais participa de acidente na cidade é o automóvel. No entanto,  é a motocicleta que gera mais vítimas, 43%.

A moto é o veículo que mais gera vítima no trânsito de Caraguá. (fonte: Secretaria de Trânsito)

Nos últimos dez anos, a média de acidentes de trânsito nos meses de dezembro e janeiro superam os outros meses, com 70 e 85 acidentes respectivamente. Dos acidentes, a colisão dispara em primeiro lugar. Segundo Jefferson Calza, Chefe de Seção do Setor de Triagem e Estatísticas da Secretaria de Trânsito, Segurança e Defesa Civil  as pessoas costumam confundir colisão com choque. “A colisão acontece quando há uma batida de dois veículos em movimento. Quando a batida se dá em um objeto parado, é considerado choque”, explica. Dessa forma, quando um carro e uma bicicleta, que também é considerada veículo não motorizado, colidem em movimento, é considerado colisão. Já se o ciclista estiver empurrando a bicicleta, o acidente é classificado como atropelamento.

Calza ainda conta que quando um local apresenta um número elevado de acidentes, providências são tomadas por uma equipe que faz o estudo técnico para analisar a situação. “Por exemplo, colocamos uma lombada, diminuímos a velocidade, depende do caso”, conclui.

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A campanha antirrábica em Caraguatatuba ocorre de segunda a sexta e será realizada até 1º de setembro

Caraguatatuba está realizando desde o dia 31 de julho a campanha de vacinação antirrábica, com data prevista para término em 1º de setembro. A equipe da Prefeitura está percorrendo todos os bairros da cidade e iniciou seu trabalho na região norte.
Vinte e sete agentes da Prefeitura estão atuando na campanha. (Fotos: Prefeitura de Caraguatatuba)
Até o final da terceira semana, já haviam sido imunizados nove mil animais, com o envolvimento de 27 profissionais entre agentes de controle de zoonoses, fiscais de saúde pública, médicos veterinários e agentes administrativos.
Segundo o diretor do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), Ricardo Belafronte, a vacina é o único meio de prevenção da doença. “Além de proteger cães e gatos, evita a transmissão do vírus da raiva aos seres humanos”, afirma, recomendando que, caso haja a perda da data, o proprietário deve levar seu animal ao CCZ para que a imunização seja realizada.

Apesar de a raiva ser uma doença praticamente erradicada, é necessário que os donos dos pets tenham muito cuidado porque se houver algum caso não há cura, segundo o veterinário do CCZ, Guilherme Garrido. “É importantíssimo manter todos os animais vacinados. É a única forma de evitar a contaminação da raiva. A vacina é 100% segura”, explica.

 Atualmente, a equipe está atuando na região sul da cidade. Em caso de dias chuvosos, a recomendação do CCZ é a de que uma nova data seja marcada para aquele local. Confira abaixo o cronograma do restante de visitas nos diversos bairros da cidade até ao final da campanha.

A vacina é a única forma de evitar a raiva, doença fatal.
23/08 -Quarta-feira
Jd. Britânia – Av. Ivo Gonçalves Relva, esquina da R. 20 (próximo ao Almoxarifado Saúde) das 8h às 12h.
Praia das Palmeiras – Em frente à empresa Estriaço, das 8h às 12h.
Praia das Palmeiras – R. São Jorge, esquina da, Av. da Praia (Sabesp) das 13h30 às 17h.
Jd. Palmeiras/Morro Algodão -Av. José Herculano (Imobiliaria Rokita), das 13h30 às 17h.
24/08 – Quinta-feira
Porto Novo – Praça Isaias de Souza (torre Sabesp), das 8h às 12h.
Porto Novo – R. Ernesto Albuquerquem, próximo à padaria da Praia, das 8h às 12h.
Porto Novo – Av. José Herculano, ao lado da Madeireira Porto Novo, das 8h às 12h.
Jd. Sindicato – CIEF Porto Novo (Av. 10 de Maio), das 13h30 às 17h.
Jd. Sindicato – R. Isabel F. Narde, esquina com a R. Isamira Pinto Santana, das 13h30 às 17h.
Jd. Parnaso – Av. da Praia (Praça de Eventos -Turismo), no Volante Boca da Barra(*), das 13h30 às 17h.
25/08 – Sexta-feira
Barranco Alto – Em frente ao CIEF, das 8h às 12h e das 13h30 às 17h.
Barranco Alto – Av Ismael Iglesias, esquina com a Av. Manoel Severino de Castro, das 8h às 12h e das 13h30. às 17h.
Barranco Alto – Pça. Manoel G. Ferreira (lado Posto Saúde), das 8h às 12h.
5ª SEMANA
28/08 – Segunda-feira
Travessão – Praça do Travessão, das 8h às 12h e das 13h30 às 17h.
Travessão – Av. José da Costa Pinheiro Jr., próximo à escola Angelo Barros de Araújo, das 8h às 12h e das 13h30 às 17h.
Travessão – Em frente ao Centro Integrado de Ações Sócio Educativas (CIASE) / Casas Populares, das 8h às 12h.
Travessão – Próximo ao Supermercado Piratininga / Volante, das 13h30 às 17h.
29/08 – Terça-feira
Perequê Mirim – CIDE (Casas Populares), das 8h às 12h e das 13h30 às 17h.
Perequê Mirim – Supermercado São Pedro, das 8h às 12h e das 13h30 às 17h.
Perequê Mirim – Praça, das 8h às 12h e das 13h30 às 17h.
30/08 – Quarta-feira
Vapapesca/Perequê Mirim – R. Izidro Paulino Ferreira, em frente à fábrica de Blocos, das 8h às 12h.
Perequê Mirim – Rua da Alta Tensão, esquina com a Rua Governador Valadares, das 8h às 12h.
Divisa – Rua Odisseu (Rua da Divisa), das 8h às 12h e das 13h30 às 17h.
Perequê Mirim – Próximo ao Centro Comunitário (Antiga Unidade Básica de Saúde), das 13h30 às 17h.
31/08 – Quinta-feira
Pegorelli – Av. José Geraldo da Silva Filho, esquina, Estrada dos Pássaros, das 8h às 12h.
Pegorelli – Próximo ao Centro de Reciclagem/Casas Populares, das 8h às 12h.
Pegorelli – EMEI/EMEF Masako Sone, das 13h30 às 17h.
Volante – Estrada dos Pássaros / Porteira Preta /Aba de Dentro/Aba de Fora / Barreira Pegorelli, das 8h às 12h e das 13h30 às 17h.
6ª SEMANA
01/09 – Sexta-feira –
Poço da anta / Rio Claro – Volante, das 8h às 14h.
Pirassununga – Volante, das 8h às 14h.
Porto Novo – Subprefeitura / Plantão, das 8h às 13h.
Massaguaçu – Subprefeitura / Plantão, das 8h às 13h.
CCZ /Jardim Britânia – Plantão, das 9h às 16h30.
*Em algumas ruas do município há uma viatura VOLANTE da prefeitura que realiza a vacinação independentemente dos pontos fixos da campanha.

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As duas chapas destacam a necessidade de criação do plano de cargos, carreira e salários

Candidatos das duas chapas durante eleição da comissão eleitoral 2017. (Foto: divulgação).

Dia 13 de setembro acontecerá as eleições do novo presidente do Sindserv (Sindicato dos Servidores Públicos de São Sebastião). Sindicalizados elegeram na primeira semana de agosto, na sede central, a comissão eleitoral do sindicato. Ao todo, 79 sindicalizados participaram e elegeram para a comissão: Luciana dos Santos, com 24 votos, Francisco Ferreira Bonfim, com 18, e Ocimar Barbosa, com 16.

A comissão eleita em agosto deve amparar a presidente do pleito na condução de todos os processos eleitorais realizados, como julgar as impugnações de candidaturas, os recursos e as petições das chapas concorrentes, de acordo com o regulamento.

A candidata da chapa um, Audrei Guatura, 43, servidora municipal no cargo de Agente de Combate as endemias e atual presidente do Sindserv. Desde 2011, decidiu participar diretamente das ações do sindicato, mas só em 2014 foi eleita presidente.

O candidato da chapa dois, Paulo Henrique, 39, atualmente é assistente de pessoal e advogado, mas também é servidor público desde 1998. Formado em Direito, já foi eleito membro da CIPA, Secretário de Governo, Secretário de Educação, Chefe de Gabinete, Vice Prefeito e Vereador.

Para Paulo, uma das propostas de melhoria no sindicato seria “elaborar, em parceria com a administração, o Plano de Cargos, Carreira e Salários”. Para Audrei, esse ponto também é destaque. “Garantir a efetiva implantação da criação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS), dos Estatutos do Magistério e da Guarda Civil Municipal (GCM), que já estão em andamento”, explica a candidata.

Quando se tratou de prioridades para o sindicato, Audrei citou que é estar em constante luta pela garantia dos direitos dos trabalhadores, sempre buscando melhores condições de trabalho e a valorização de toda a categoria. Já Paulo, diz ser, lutar pela valorização do servidor público.

Recentemente foi enviada à Câmara de São Sebastião, pela atual gestão administrativa, a proposta visando alteração no artigo 95 do estatuto, que trata da junta médica. As duas chapas se mostraram em desacordo com a atitude do governo, pois não é correto mudar a Lei Complementar 146/2011 sem consultar o Sindicato dos Servidores que é o representante legal da categoria.

Discussão durantes as normas da eleição 2017

Segundo o site do sindicato, em uma reunião para estabelecer as regras da eleição 2017 do Sindserv, que aconteceu na semana passada, houve uma discussão entre as chapas onde supostamente foram agredidos o advogado do sindicato e a atual presidente, Audrei Guatura.

Ainda de acordo com o site, a agressão partiu da chapa dois e um dos eleitos da assembleia e demais funcionários tiverem que intervir na situação. “Se exaltou no momento que a presidente resolveu unilateralmente alterar o que tinha sido decidido na reunião anterior. A única falha dele (um dos membros da chapa dois) foi com relação a ter empurrado a porta da sala e que o candidato a Vice Presidente da Chapa 01 também empurrou a porta”, afirmou Paulo Henrique.
Paulo Henrique não estava no momento dessa suposta agressão, pois o Regimento Eleitoral só permite que a atual gestão participe na qualidade de presidente do pleito. No entanto, ele disse ter ouvido ambos os lados. Contou ainda que solicitou que façam o ressarcimento caso tenha ocorrido algum dano. “Eu disse que não concordo com qualquer tipo de agressão ou dilapidação do patrimônio”, completou. Referente à discussão ocorrida, até o fechamento desta matéria, Audrei Guatura não havia se pronunciado.

 

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Aos 58 anos, Clóvis dedicou quase toda sua vida à feira

Clóvis carregando seu caminhão com flores no fim da feira. (Foto: Bruno Lázaro)

Feiras livres acontecem praticamente todos os dias em qualquer cidade brasileira, em diversos bairros e quase em todos os dias da semana. Apesar disso, pouco se sabe sobre o lado do trabalhador, do feirante, que acorda antes do sol nascer, para garantir que sua barraca esteja completamente armada logo pela manhã. Mesmo sendo um trabalho árduo e cansativo, a grande maioria dos feirantes considera o trabalho digno e compensador.

Assim pensa Clóvis Domingos, que considera a feira sua vida. O florista de 58 anos veio de família de feirantes e atua no ramo das feiras há 50 anos. Há 20, decidiu vender flores. “Minha vida praticamente começou na feira, não consigo viver sem ela”, disse ele.

Domingos começou na barraca de sua família, aos oito anos. Desde então, apaixonou-se pelo ramo e nunca mais o deixou, trabalhando em outras barracas, como ourives, vendedor de peixe, bijuterias e de confecção. O florista também contou que a renda é satisfatória e suficiente para ele e sua família. “Formei duas das minhas filhas e só não formei a terceira porque ela não quis”.  No tempo vago, o florista atua como comerciante, comprando e vendendo diversas coisas, em especial terrenos e veículos na região do Litoral Norte.

Já Jorge Leonaite, 55, possui uma história diferente da de Clóvis. Leonaite trabalhava em um banco, mas passou a ficar insatisfeito com o stress e com a rotina que levava, e saiu por conta própria do emprego anterior para então, por necessidade, começar sua vida como feirante junto de sua família. “No começo eu não gostava, mas com o tempo aprendi a amar o que faço”, contou. O feirante apontou como principal vantagem de atuar em sua profissão o fato de que não se fica desempregado, mas a pequena desvantagem é ter que trabalhar de domingo a domingo, muitas vezes sem intervalo. “Apesar disso, tudo que tenho veio da feira. Gosto do que faço”.

Felipe Rodrigues reorganizando seus produtos nas bancadas de sua barraca (Foto: Bruno Lázaro)

Outros feirantes herdam as barracas de suas famílias e as levam adiante, como Felipe Rodrigues, 23, que assumiu a barraca de sua mãe após ela decidir sair da feira depois de dez anos no ramo para atuar como contadora. Segundo Rodrigues, sua mãe começou a trabalhar na feira por necessidade de um emprego e sustento para sua família e desde então, tudo que conquistaram veio da feira. “Ela começou com um carro velho, depois conseguiu comprar uma kombi e depois um caminhão”.

Rodrigues também contou como funciona o reaproveitamento de alimentos de sua barraca. “Na feira se trabalha com muito material e é difícil vender tudo. Por isso, abaixa-se os preços dos produtos e os vendemos em bacias, mas há descarte quando o produto perde sua qualidade”.  Apesar de gostar, Rodrigues disse que há a possibilidade de mudar de ramo para trabalhar em uma transportadora.

Em sua grande maioria, os feirantes gostam do que fazem e dificilmente se vêem fora da feira. Não pretendem parar suas atividades como feirantes, como Clóvis e Jorge, mas há casos isolados em que o feirante estuda a possibilidade de sair da feira atrás de novas oportunidades, como Felipe e sua família, que apesar de gostarem da feira e não se enxergarem em outro emprego, pretendem deixar o ramo das feiras para seguir em outras áreas.

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Mais de cinco bairros aguardam os serviços públicos que têm sido o grande transtorno dos munícipes.

Prefeitura promete solucionar o problema em aproximadamente dois meses.

Alguns moradores de Caraguatatuba estão reclamando da falta de manutenção das vias públicas. Eles costumam compartilhar imagens do abandono em suas próprias ruas e já chegaram até a passar na Secretaria de Serviços Públicos(Sesep) para questionar serviços não realizados. Entre os bairros que tiveram reclamações, estão Estrela D’Alva, Indaiá, Jardim Aruan, Martim de Sá, Porto Novo e Sumaré.

Os munícipes que residem próximo da Secretaria dizem que a limpeza é feita apenas na rua Indaiá, onde se localiza a Sesep, e não em todo o bairro. Claudineia Corrêa, que mora no bairro Jardim Aruan, reclama que, desde que a nova administração assumiu, não houve preocupação em cortar o mato na sua rua. Por isso, segundo ela, são alguns dos moradores que têm feito o serviço.

O secretário adjunto de Serviços Públicos, Gilberto Santos, justifica a demora nesse tipo de trabalho em função da mudança de gestão que levou a troca de pessoal. Os novos concursados são na sua maioria mulheres que tiveram que passar por período de adaptação nesse tipo de trabalho, sendo inclusive treinadas para fazer uso das roçadeiras. Segundo o secretário, antes quem puxava a fila das equipes eram os homens, que já estavam adaptados a esse tipo de serviço.

Gilberto Santos explicou ainda que o mato também cresceu muito em função dos períodos de chuva e sol nos últimos meses. Em relação ao contingente de servidores para executar os serviços de manutenção nas ruas, o secretário adiantou que está em andamento o processo licitatório para novas contratações. Em aproximadamente dois meses o problema do mato crescente na cidade será resolvido, conclui.

 

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Artesanatos vendidos na feirinha

A APAE de Ilhabela realiza oficinas regulares de artesanato, com alunos e com as “Mães Arteiras”. Os produtos feitos são expostos e colocados à venda em feirinhas durante o ano. Porém, pela falta de espaço e a preocupação com o armazenamento das peças, o desejo de ter uma lojinha vai se concretizar.

Janine Seibel, coordenadora do Centro de Convivência da APAE, explicou que  ‘A Loja da APAE’, também coordenada por ela, vai poder funcionar em um espaço cedido pela Prefeitura de Ilhabela.  Com apoio de associados e doadores, móveis e acessórios estão dando forma ao lugar, que tem previsão de ser inaugurado na semana do Dia das Mães, visando atingir o público que ainda esteja a procura de presentes para a data comemorativa.

Artesanatos prontos para serem vendidos.

Localizada na Vila, centro da cidade, e onde há maior concentração turística, a loja  irá expor obras e peças feitas por alunos acima de 30 anos, e que já passaram da idade escolar, e pelas “Mães Arteiras”, mães de alunos da APAE. Além disso, o espaço contará com exposição para venda de objetos produzidos por artesãos ilhabelenses.

“As oficinas têm como objetivo usar a atividade como terapia, socialização e estimulação da coordenação motora. O lucro da loja será utilizado em reposição de materiais para novos artesanatos, necessidades da instituição e eventos internos, como a festa de aniversariantes do mês”, explica  Janine.

A APAE  é presidida desde o início deste ano por Alda Maria Lima Areudo e conta com a colaboração e doação da população da cidade e de seus associados, que se cadastram para doar uma quantia por mês à instituição. O cadastro é livre a quem se interessar. A loja também aceita doações de mobiliário para estruturar o ambiente do local antes de sua inauguração.

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Percurso dos 159 anos de Caragatuatuba. (foto: Divulgação Prefeitura Caraguatatuba/ Claudio Gomes)

A segunda etapa do Circuito Caraguatatuba Rensz de Corrida de Rua acontecerá dia 23 de Abril, em comemoração aos 160 anos da cidade de Caraguatatuba. O evento começa ás 7 horas da manhã e conta com 600 vagas.

Os atletas pagarão uma taxa de R$70 reais para o percurso de 5,5 Km e R$ 65 reais para os participantes da caminhada de 3 Km. As categorias se dividem em idades – de 20 a 24 anos, 25 a 29 anos, 30 a 34 anos, 35 a 39 anos, 40 a 44 anos,45 a 49 anos, 50 a 54 anos, 55 a 59 anos, acima de 60 anos e ACD (Atleta com Deficiência).

A esportista Jucélia Gonçalves de Paula, 37 anos, treina há 6 meses e afirma estar muito empolgada para participar do evento. “Treino por que gosto muito de correr, não para competir. Temos um grupo de treino e direcionamos ele para as corridas que vamos participar”.

Mais informações sobre as inscrições pelo telefone (12) 3885-2200, WhatsApp (12) 99755-7627, e-mail circuitocaicara@gmail.com ou pelos sites  http://www.corridaecia.com.br,  www/.minhasinscricoes.com.br e www.ativo.com.

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