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Samara Felix

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Objetivo é cadastrar propostas de alunos e professores que possam ser desenvolvidas no Módulo

Alunos de ADS desenvolvem site que abrigará ideias de "softwares" enviadas por alunos e professores. (Foto: Samara Felix)

Alunos do primeiro e segundo semestres de Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) trabalham na criação de um site para estudantes do Centro Universitário Módulo. O site servirá para expor ideias de programas que facilitarão a vida dos alunos e professores da instituição.

Trata-se do projeto interdisciplinar do curso que possui carga horária de 70h. Os alunos reúnem-se em grupos e desenvolvem um projeto de software, integrando todos os conhecimentos obtidos nas disciplinas do semestre corrente.

Especificamente neste semestre, os alunos estão desenvolvendo um sistema para cadastramento de ideias de software. Neste sistema, qualquer professor do Módulo poderá cadastrar suas ideias, problemas ou necessidades que possam ser solucionadas através do desenvolvimento de um software.

Assim, será formado um banco de dados de propostas de projetos, que servirá de base de pesquisa para que os alunos de ADS selecionem as propostas e desenvolvam os projetos a partir das ideias colocadas nessa plataforma.

Quando o site estiver no ar, os coordenadores deverão se cadastrar e apresentar as ideias propostas pelos professores e alunos dos seus cursos. As sugestões serão enviadas para a fila de espera, sendo submetidas ao coordenador do curso de ADS, professor Fábio Lippi Silva, e aos alunos responsáveis pelo site.

“O recurso será aberto inicialmente para a instituição, mas se o resultado for positivo pretendemos desenvolver projetos também para a comunidade externa”, adianta o professor Lippi.

O desenvolvimento do site faz parte do rol de exigências para a formação dos alunos de ADS. Cada grupo de discentes precisa elaborar um modelo de site diferente que será apresentado em classe, no final do semestre, a fim de que os professores escolham o melhor para ir ao ar.

“O projeto é desenvolvido pelos alunos do 1º e 2º semestres. Cada grupo possui um líder, que é sempre um aluno do 2º semestre porque já possuem um pouco mais de conhecimento técnico em termos de lógica e linguagens de programação, além de contarem com a experiência do projeto integrado realizado no ano anterior.

Apesar de os alunos ingressantes não possuírem muita experiência com programação,  “os professores sempre estão nos orientando”, explica a aluna do primeiro semestre de ADS, Lohanne Lopes Garcia. Ela considera importante os alunos do primeiro ciclo do curso criarem o site, “pois já podem praticar no primeiro semestre aquilo que estão aprendendo na teoria”.

A proposta é que o projeto piloto vá ar ao em agosto, com endereço a definir. O grupo com o melhor projeto dará continuidade no desenvolvimento em 2017/02. Portanto, o projeto final deve estar no ar no encerramento de 2017.

Mais informações sobre o projeto através do e-mail do professor Lippi fabio.silva@modulo.edu.br .

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Vereadores de Ubatuba em sessão na Câmara (Foto: Divulgação)

O projeto de lei que dá prioridade à matricula em escolas para filhos de mulheres vítimas de violência doméstica foi aprovado por unanimidade na Câmara de Ubatuba na última semana. O objetivo é dar uma nova oportunidade para mães e filhos que presenciaram e sofreram junto com as agressões.

A proposta garante facilitar não só a matrícula como também a transferência e a colocação na lista de espera das escolas municipais ou conveniada. Para ter esse atendimento preferencial é exigido cópia do boletim de ocorrência e cópia do exame de corpo de delito. Conforme o caso, será necessário a presença do Conselho Tutelar.

O vereador Osmar de Souza (PSD), autor da proposta, explicou que o projeto não se preocupa só com as mães. “A ideia é também proteger os filhos que sofrem psicologicamente ou fisicamente quando suas mães estão trabalhando”.

Para tornar o serviço sigiloso o atendimento às mães poderá ser feito na Secretaria de Educação, nas Diretorias Regionais de Educação, ou em um órgão que dê auxílio regionalizado.

O projeto de lei segue para aprovação do prefeito Délcio José Sato (PSD).

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Largada da 2° travessia realizada em 2007. (Fotos: Divulgação - Consciência Verde)

No próximo sábado (1°), às 9h, será realizada a 4° Travessia Natatória “Soldado Simão Rosa da Cunha”. A competição ocorre na Ilha Anchieta, em Ubatuba-SP, em comemoração aos 40 anos do PEIA (Parque Estadual Ilha Anchieta)  . A organização do evento é de responsabilidade da ONG Catamaran Ubatuba (Associação Caiçara de Técnicas Ambientais, Apoio e Resgate em Ambientes Naturais), com apoio da equipe Consciência Verde e o PEIA.

Troféu da travessia de 2009.

O trajeto a ser cumprido no dia da prova é o mesmo percorrido pelo  soldado Simão Rosa da Cunha, quando buscou ajuda no continente durante a rebelião de 1952 no Instituto Correcional construído na Ilha Anchieta, desativado três anos depois (leia matéria abaixo).

A travessia terá início na Ilha Anchieta e encerramento no continente, na Praia da Enseada, com um percurso de aproximadamente 5,5km, sendo indicada, portanto, somente para atletas. A entrega da premiação será feita na ilha e a prova está prevista para encerrar às 14h.

Os participantes podem fazer o percurso em categoria individual ou categoria trio. Na individual, o atleta deverá ter ao seu lado um barqueiro ou um caiaqueiro, que acompanhará o trajeto. A responsabilidade de contratação do acompanhante é do próprio atleta.

Já na categoria trio, a obrigatoriedade é de uma equipe mista de três participantes (dois homens e uma mulher ou vice-versa). Os atletas devem estar acompanhados de um barqueiro e  de uma pessoa que se responsabilizará pela condição dos competidores durante a prova, incluindo-se o revezamento deles a cada 30 minutos.

Atletas na travessia de 2009.

“A natatória, além de ser um evento esportivo, tem também um caráter cultural. A ideia é relembrar a rebelião de 1952 e fazer uma homenagem aos filhos da ilha, pessoas que nasceram, moraram e/ou trabalharam no local, na época da rebelião, mesmo porque é por eles que conhecemos as histórias daquele lugar” explica Aline Lima Pereira Moralles, integrante da ONG Catamaran e proprietária da Consciência Verde.

A última competição do tipo ocorreu em 2009, contando com patrocinadores. Neste ano, a prova será realizada sem qualquer patrocínio, mas contando com apoiadores, como a Polícia Ambiental Marítima e o GBMar.

As inscrições são limitadas e podem ser realizadas até quinta-feira, 30 de março,  através do e-mail catamaranubatuba@gmail.com.

Inicio da competição naquele ano.

A travessia está aberta para pessoas que tenham 16 anos ou mais. Os menores de idade devem ser autorizados por um responsável.

Para quem não é adepto da natação, os responsáveis pelo Parque Estadual reservaram atividades recreativas abertas para o público em geral, como trilhas subaquáticas, tendas temáticas, exposições, rodas de conversas, entre outros. O evento será realizado nos dias 1° e 2 de abril, a partir das 10h. A taxa de visitação do parque será isenta nesses dias e algumas embarcações credenciadas estarão com preços promocionais.

 

 

ILHA ANCHIETA

 

Presidio da Ilha Anchieta em atividade. (Acervo: PEIA/ APRHIAF)

Em 1902, quando a Ilha Anchieta tinha outra denominação (Ilha dos Porcos), 412 famílias que habitavam o local tiveram suas residências desapropriadas, em função da construção de uma Colônia Penal.  Com o passar do tempo, o número de condenados foi diminuindo, o que levou á desativação da colônia, em 1914. Os presos foram transferidos para o presídio de Taubaté-SP. Em 1928, o lugar foi reativado com a finalidade de abrigar pessoas que cometeram crimes políticos no período da ditadura de Getúlio Vargas. Além dos presos, passaram a morar na ilha soldados e seus familiares.

Em 1952, ocorreu a rebelião liderada por Álvaro da Conceição Carvalho Farto, conhecido como Portuga. O soldado Simão Rosa da Cunha conseguiu nadar até o continente e pedir reforços. É exatamente em função desse personagem que se criou o percurso da Travessia Natatória, que exige até hoje dos nadadores o cumprimento do mesmo trajeto.

“A ilha ficou praticamente abandonada até 29 de março de 1977, quando foi criado o Parque Estadual da Ilha Anchieta, hoje integrado à rede de Unidades de Conservação administrada pela Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo através da Fundação Florestal.” (http://www.ilhaanchieta.com.br/index.htm)

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