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Maria Isabel Queiroga

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Alunos organizam abaixo-assinado por mais policiamento e o retorno do ponto de ônibus ao local anterior

O ponto de ônibus foi mudado há uma semana e os alunos anseiam pelo retorno ao local de origem. (Fonte: Maria Isabel)

Alunos do Centro Universitário Módulo estão se organizando para fazer abaixo-assinado visando aumentar a segurança no entorno da entrada do campus Martin de Sá. Segundo alguns depoimentos dos universitários e funcionários do Módulo, o problema é antigo e tende a ampliar-se em função da mudança do ponto de ônibus que foi transferido para cerca de 50 metros distantes da portaria da Universidade.  Os estudantes reivindicam a presença de mais viaturas no local e que o ponto volte para sua antiga localidade ou, então, que no novo local tenha uma iluminação melhor.

O funcionário do Módulo que ajuda na segurança da portaria do campus, Igor Rangel, explica que a Polícia Militar faz rondas frequentes nas ruas que vão em direção à faculdade, mas admite que nem isso inibe a ação  dos assaltantes. “A nova localização do ponto de ônibus, que ficava na frente da instituição, e que servia a muitos estudantes que utilizam o transporte para a volta a seus bairros e cidades, pode trazer maior incidência de assaltos.”

Os seguranças da instituição afirmam ser muito perigoso andar sozinho ou em grupos pequenos nas ruas que rodeiam a faculdade. Relatam que vários alunos já foram assaltados e apontam como lugares mais comuns das ocorrências as filas dos ônibus e o trajeto em direção aos bares vizinhos à Universidade. O segurança Igor afirma que no ano passado um pai de aluno estacionou o carro em frente ao campus e ao dirigir-se ao telefone público, foi abordado por um assaltante armado, que levou seu carro.

Posto onde os seguranças ficam na entrada do Centro Universitário Módulo (Fonte: Maria Isabel)

José Franzon, também segurança da instituição, explica que, caso haja um assalto fora dos portões da faculdade, eles não podem interferir. No máximo, podem ligar para a polícia, caso a vítima peça ajuda.

Com a mudança do ponto de ônibus, o medo alastrou-se entre os alunos. Segundo eles, a área do novo ponto tem pouca ou quase nenhuma iluminação e aos fundos existe um matagal. Bruno Lázaro e Nelson Oliveira, alunos do curso de Jornalismo, contam já terem sido assaltados, em direção ao barzinho nas proximidades de onde fica hoje o ponto de ônibus. O fato ocorreu no final do ano passado. Os ladrões levaram os celulares deles e de mais três colegas que estavam no grupo. Ao relatarem o assalto a policiais que estavam perto do local, os PMs não deram muita atenção ao ocorrido. Disseram que tomassem mais cuidado ao andar no lugar, pois esse tipo de acontecimento é frequente ali, disse o estudante Bruno.

 

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Professor de Ubatuba Juan Ricardo dá instruções a um Índio local em clínica realizada em 2015 (Fotos: Arquivo da FPAF)

Ubatuba vai sediar a quarta etapa do IV Field da FPAF (Federação Paulista de Arco e Flecha), competição que está sendo realizada pela terceira vez no município. As provas ocorrerão nos dias 29 e 30 de abril, com início às 9 horas, nas Ruínas da Lagoinha , um dos pontos turísticos de Ubatuba, no bairro da Lagoinha. Essa etapa é organizada por Marcelo Pereira, 51 anos, presidente da Federação e pelo professor e paratleta Juan Ricardo Urrejola, 49 anos, em conjunto com a prefeitura da cidade.

O campeonato, dividido em 12 etapas, tem como meta a divulgação do esporte e a integração das culturas indígenas na sociedade. Marcelo explica que esse é um campeonato de atletas federados do Estado de São Paulo, mas que os índios são convidados para acompanhar a competição e participar de clinicas  da modalidade com auxílio de um instrutor exclusivo para eles.

A competição ocorre em 12 etapas e reúne ambos os sexos. A inscrição custa R$70,00 por prova.

Até dia 7 de abril, cerca de 80 atletas já estavam inscritos, entre eles, Rogerio Ambrosio e Rodnei Ramos, com títulos brasileiros e das Américas, e Roberval dos Santos que participou de uma etapa do mundial e ganhou diversos prêmios na categoria adulto. Mas o presidente da Federação ressalta a participação de vários outros esportistas com grande futuro no arco e flecha.

Além dos atletas, dos organizadores e convidados, a expectativa é a de que por volta de 200 pessoas irão assistir ao evento e também terão acesso às clinicas de arco e flecha.  O campeonato tem 12 etapas e os vencedores ganharão medalhas e troféus. Também o clube dos atletas terá direito a prêmio: R$ 7 mil reais para o primeiro lugar e R$ 3 mil para o segundo colocado. O atleta interessado em participar terá que pagar taxa de inscrição de R$70,00, além de ser federado.

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Cena da Santa Ceia da Encenação da Paixão de Cristo na Praça da Igreja Matriz de Ubatuba em 2016. (Foto de: Disney Ferreira / PMU)

Ubatuba vai trazer mais uma vez, no feriado de Páscoa, a Encenação da Paixão de Cristo. O espetáculo, que conta com o apoio da Fundart (Fundação de Arte e Cultura de Ubatuba), acontece todos os anos desde 1990. Esse ano a encenação contará com a direção Heyttor Barsalini, 47, e 90 atores voluntários, entre eles Claudinho Gulli, 57, que interpreta Jesus há oito anos.

A encenação, segundo Barsalini, que já foi diretor do espetáculo outras duas vezes, em 2011 e 2012, é a mais importante manifestação cultural da cidade, trazendo cultura, lazer e evangelização. A representação conta a história de Jesus Cristo a partir da Santa Ceia até a sua crucificação e ressurreição.

Claudinho Gulli interpretando Jesus Cristo, papel que já faz há oito anos (Foto de: Disney Ferreira / PMU)

Barsalini explica ainda  que o espetáculo terá em média 50 minutos de duração, e passará por vários pontos turísticos de Ubatuba. “Começa pela praça da Igreja Matriz da Cidade, onde acontecerão as cenas da Santa Ceia até o julgamento de Jesus”. Depois, a encenação segue pela Avenida Iperoig até o Sobradão do Porto, onde haverá a cena de Verônica e a encenação terminará na crucificação e ressureição de Cristo, no Morro da Prainha.

Ensaio aberto ao público da encenação da Paixão de Cristo em Ubatuba .(Foto: Maria Isabel)

Claudinho Gulli interpreta o papel principal, sem receber nenhum recurso financeiro. “Simplesmente por amor e pelo poder de evangelização que a peça tem”, afirma o ator. Ele também fazia o mesmo espetáculo no bairro do Ipiranguinha. Lá foram 16 anos interpretando a saga de Jesus.

Todas as segundas e quartas-feiras, às 19h, ocorre o ensaio aberto ao público da encenação da Paixão de Cristo no Sobradão do Porto, localizado na Praça Anchieta, número 38. Heyttor Barsalini também disse que o espetáculo contará com trilha sonora ao vivo da banda e Coral da Lira.

O espetáculo da Encenação da Paixão de Cristo acontecerá dia 14 de abril a partir das 21h na praça da Igreja Matriz em Ubatuba. Desde 1990, o público acompanha a atração, que só não aconteceu em 2013 e 2014, por causa de desinteresse da gestão da Fundart na época.

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