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Maria Isabel Queiroga

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Murilo Muniz explicou sobre User Experience e suas experiências profissionais para alunos na Semana Institucional

Alunos assistindo a palestra de Murilo Muniz sobre User Experience para o curso de Publicidade e Propaganda (Foto: Bruno Lázaro)

No primeiro dia de palestras da XXIV Semana Institucional, o curso de Publicidade e Propaganda teve a presença de Murilo Muniz, que é formado em Comunicação Digital, pós-graduado em Marketing e Comunicação Integrada pela Mackenzie. Murilo explicou para alunos e visitantes um pouco sobre User Experience: A experiência do usuário dentro e fora do digital. Na palestra, foram dados variados exemplos de como funciona e de que forma esse método se aplica dentro de uma empresa, usando como exemplo a Agência Title Digital, da qual ele é proprietário e co-fundador, em São Paulo.

Palestrante Murilo Muniz explicando sobre User Experience (Foto: Maria Isabel)

Os alunos de Publicidade e Propaganda eram a maioria na palestra, como Josy Andrade, que afirma que Murilo conseguiu esclarecer diversas dúvidas que tinha. “A experiência do usuário não é só digital, também pode ser física. E outras dúvidas que eu tinha e não faziam parte da palestra”.

Outro aluno que assistiu o evento e saiu satisfeito foi Wagner Henrique dos Santos, que é dono de uma empresa de produção artística. Ele contou que foram esclarecidas dúvidas sobre como agir na contratação de uma agência para fazer alguns trabalhos específicos dentro da sua empresa. “Queria saber se abria um setor na minha empresa de publicidade ou contratava uma agência do Vale que trabalhasse com isso. E ele me esclareceu.”

Entre as pessoas que assistiam à palestra, também havia alunos de outros cursos, como James Alves que faz Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS). James explica que as duas áreas têm coisas em comum. “Ele falou sobre o pessoal dele, que já programou e me identifiquei bastante”, conclui.

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O "novo atleta" será um dos mais de cem ciclistas que participam neste domingo da tradicional prova da cidade

"Praticando o ciclismo, perdi 12 quilos em apenas cinco meses", diz Alessandro (Foto: Arquivo pessoal)

Andar de bicicleta pode mudar a rotina e a vida de uma pessoa. Pelo menos foi o que aconteceu com o contador Alessandro Gomes dos Santos, de 36 anos, que abraçou o hobby de pedalar há apenas cinco meses. O lazer transformou-se em vontade pela competição e o “novo atleta” irá largar neste domingo (3), as 8h horas com as dezenas de ciclistas que participarão da 3ª Prova Ciclismo Cidade de Ubatuba.

O evento reunirá competidores federados, federados amadores ou não federados de diversas categorias, entre elas: Elite Masculino/Feminino, Sub23 Masculino/Feminino, Master A1, Master A2, Junior Masculino/Feminino, Juvenil Masculino/Feminino.

Alessandro será praticamente um iniciante entre ciclistas e equipes de várias partes do Brasil e do próprio município.  Mas a prova poderá servir de inspiração para outros “Alessandros” que não praticam o esporte, ou fazem o uso da bicicleta no seu cotidiano somente como meio de transporte.

O “novo atleta” também era sedentário e com diversos problemas de saúde, “Eu estava só focado na minha profissão. Quando me deparei, estava pesando 102 quilos. Sentia dores na coluna, cansaço e muito sono”, recorda.

Foi quando um presente de um amigo mudou sua realidade. Ganhou uma bicicleta e os acessórios, além do convite para pedalar juntamente com o colega. Desde então, o ciclismo entrou em sua vida, como esporte e saúde. Tudo ocorreu há cinco meses, o suficiente para perder 12 quilos dos 102 que pesava no início do ano.

Outro ciclista que estará na competição deste domingo, Walquer Briet, aponta mais vantagens no hobby de pedalar: a possibilidade de conhecer novos lugares. “Somos uma família. A cada pedal, um lugar diferente, pessoas diferentes, amizades que construímos a cada trilha. As provas são incríveis, e mostram que você é capaz de ir a qualquer lugar apenas com sua “Magrela”.

Percurso e premiação

Neste ano, os participantes da prova de Ubatuba, sairão da Praça de Eventos (Avenida Iperoig), seguindo até a cachoeira da Escada, localizada na divisa de Ubatuba com a cidade de Paraty (RJ), e retornarão para o ponto de largada, em um percurso de aproximadamente 96 km.

Por esse motivo, a disputa contará com a ajuda do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) e da Policia Rodoviária Federal, que bloquearão parcialmente toda a extensão do trajeto, entre 8h e 13h. Os cinco primeiros lugares de cada categoria receberão troféus e brindes e a equipe que tiver o maior número de participantes ganhará um troféu personalizado, além de um brinde especial.

 

Alunos organizam abaixo-assinado por mais policiamento e o retorno do ponto de ônibus ao local anterior

O ponto de ônibus foi mudado há uma semana e os alunos anseiam pelo retorno ao local de origem. (Fonte: Maria Isabel)

Alunos do Centro Universitário Módulo estão se organizando para fazer abaixo-assinado visando aumentar a segurança no entorno da entrada do campus Martin de Sá. Segundo alguns depoimentos dos universitários e funcionários do Módulo, o problema é antigo e tende a ampliar-se em função da mudança do ponto de ônibus que foi transferido para cerca de 50 metros distantes da portaria da Universidade.  Os estudantes reivindicam a presença de mais viaturas no local e que o ponto volte para sua antiga localidade ou, então, que no novo local tenha uma iluminação melhor.

O funcionário do Módulo que ajuda na segurança da portaria do campus, Igor Rangel, explica que a Polícia Militar faz rondas frequentes nas ruas que vão em direção à faculdade, mas admite que nem isso inibe a ação  dos assaltantes. “A nova localização do ponto de ônibus, que ficava na frente da instituição, e que servia a muitos estudantes que utilizam o transporte para a volta a seus bairros e cidades, pode trazer maior incidência de assaltos.”

Os seguranças da instituição afirmam ser muito perigoso andar sozinho ou em grupos pequenos nas ruas que rodeiam a faculdade. Relatam que vários alunos já foram assaltados e apontam como lugares mais comuns das ocorrências as filas dos ônibus e o trajeto em direção aos bares vizinhos à Universidade. O segurança Igor afirma que no ano passado um pai de aluno estacionou o carro em frente ao campus e ao dirigir-se ao telefone público, foi abordado por um assaltante armado, que levou seu carro.

Posto onde os seguranças ficam na entrada do Centro Universitário Módulo (Fonte: Maria Isabel)

José Franzon, também segurança da instituição, explica que, caso haja um assalto fora dos portões da faculdade, eles não podem interferir. No máximo, podem ligar para a polícia, caso a vítima peça ajuda.

Com a mudança do ponto de ônibus, o medo alastrou-se entre os alunos. Segundo eles, a área do novo ponto tem pouca ou quase nenhuma iluminação e aos fundos existe um matagal. Bruno Lázaro e Nelson Oliveira, alunos do curso de Jornalismo, contam já terem sido assaltados, em direção ao barzinho nas proximidades de onde fica hoje o ponto de ônibus. O fato ocorreu no final do ano passado. Os ladrões levaram os celulares deles e de mais três colegas que estavam no grupo. Ao relatarem o assalto a policiais que estavam perto do local, os PMs não deram muita atenção ao ocorrido. Disseram que tomassem mais cuidado ao andar no lugar, pois esse tipo de acontecimento é frequente ali, disse o estudante Bruno.

 

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Professor de Ubatuba Juan Ricardo dá instruções a um Índio local em clínica realizada em 2015 (Fotos: Arquivo da FPAF)

Ubatuba vai sediar a quarta etapa do IV Field da FPAF (Federação Paulista de Arco e Flecha), competição que está sendo realizada pela terceira vez no município. As provas ocorrerão nos dias 29 e 30 de abril, com início às 9 horas, nas Ruínas da Lagoinha , um dos pontos turísticos de Ubatuba, no bairro da Lagoinha. Essa etapa é organizada por Marcelo Pereira, 51 anos, presidente da Federação e pelo professor e paratleta Juan Ricardo Urrejola, 49 anos, em conjunto com a prefeitura da cidade.

O campeonato, dividido em 12 etapas, tem como meta a divulgação do esporte e a integração das culturas indígenas na sociedade. Marcelo explica que esse é um campeonato de atletas federados do Estado de São Paulo, mas que os índios são convidados para acompanhar a competição e participar de clinicas  da modalidade com auxílio de um instrutor exclusivo para eles.

A competição ocorre em 12 etapas e reúne ambos os sexos. A inscrição custa R$70,00 por prova.

Até dia 7 de abril, cerca de 80 atletas já estavam inscritos, entre eles, Rogerio Ambrosio e Rodnei Ramos, com títulos brasileiros e das Américas, e Roberval dos Santos que participou de uma etapa do mundial e ganhou diversos prêmios na categoria adulto. Mas o presidente da Federação ressalta a participação de vários outros esportistas com grande futuro no arco e flecha.

Além dos atletas, dos organizadores e convidados, a expectativa é a de que por volta de 200 pessoas irão assistir ao evento e também terão acesso às clinicas de arco e flecha.  O campeonato tem 12 etapas e os vencedores ganharão medalhas e troféus. Também o clube dos atletas terá direito a prêmio: R$ 7 mil reais para o primeiro lugar e R$ 3 mil para o segundo colocado. O atleta interessado em participar terá que pagar taxa de inscrição de R$70,00, além de ser federado.

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Cena da Santa Ceia da Encenação da Paixão de Cristo na Praça da Igreja Matriz de Ubatuba em 2016. (Foto de: Disney Ferreira / PMU)

Ubatuba vai trazer mais uma vez, no feriado de Páscoa, a Encenação da Paixão de Cristo. O espetáculo, que conta com o apoio da Fundart (Fundação de Arte e Cultura de Ubatuba), acontece todos os anos desde 1990. Esse ano a encenação contará com a direção Heyttor Barsalini, 47, e 90 atores voluntários, entre eles Claudinho Gulli, 57, que interpreta Jesus há oito anos.

A encenação, segundo Barsalini, que já foi diretor do espetáculo outras duas vezes, em 2011 e 2012, é a mais importante manifestação cultural da cidade, trazendo cultura, lazer e evangelização. A representação conta a história de Jesus Cristo a partir da Santa Ceia até a sua crucificação e ressurreição.

Claudinho Gulli interpretando Jesus Cristo, papel que já faz há oito anos (Foto de: Disney Ferreira / PMU)

Barsalini explica ainda  que o espetáculo terá em média 50 minutos de duração, e passará por vários pontos turísticos de Ubatuba. “Começa pela praça da Igreja Matriz da Cidade, onde acontecerão as cenas da Santa Ceia até o julgamento de Jesus”. Depois, a encenação segue pela Avenida Iperoig até o Sobradão do Porto, onde haverá a cena de Verônica e a encenação terminará na crucificação e ressureição de Cristo, no Morro da Prainha.

Ensaio aberto ao público da encenação da Paixão de Cristo em Ubatuba .(Foto: Maria Isabel)

Claudinho Gulli interpreta o papel principal, sem receber nenhum recurso financeiro. “Simplesmente por amor e pelo poder de evangelização que a peça tem”, afirma o ator. Ele também fazia o mesmo espetáculo no bairro do Ipiranguinha. Lá foram 16 anos interpretando a saga de Jesus.

Todas as segundas e quartas-feiras, às 19h, ocorre o ensaio aberto ao público da encenação da Paixão de Cristo no Sobradão do Porto, localizado na Praça Anchieta, número 38. Heyttor Barsalini também disse que o espetáculo contará com trilha sonora ao vivo da banda e Coral da Lira.

O espetáculo da Encenação da Paixão de Cristo acontecerá dia 14 de abril a partir das 21h na praça da Igreja Matriz em Ubatuba. Desde 1990, o público acompanha a atração, que só não aconteceu em 2013 e 2014, por causa de desinteresse da gestão da Fundart na época.

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