Authors Posts by Bruno Lazaro

Bruno Lazaro

8 POSTS 0 COMENTÁRIOS

Estabelecimento mudará de localização em função de falta de infraestrutura e espaço

Por problemas de infraestrutura e espaço, a biblioteca atuará em nova sede no Centro Histórico de São Sebastião. (Foto: André Santos/PMSS)

A Prefeitura de São Sebastião fechou as portas da Biblioteca Pública Municipal por tempo indeterminado no último dia 16.  O espaço, que era localizado na Avenida Doutor Altino Arantes, foi fechado devido a problemas de infraestrutura e espaço, em função de ser uma construção antiga, que impedia os gestores de aplicar novos projetos.

Segundo Rosângela Rodrigues Ferreira, bibliotecária, a Biblioteca Municipal passará a se localizar no Centro Histórico de São Sebastião, no prédio onde estava instalado o Conselho Tutelar. “O prédio já foi desocupado e a planta do projeto está pronta, só precisamos que seja tombado como patrimônio da prefeitura para o início das obras”. No entanto, ela afirmou que não há data prevista para a mudança e nem para a reinauguração da biblioteca e quando questionada, disse não saber com precisão o valor estimado das obras.

Enquanto a biblioteca não se muda para sua nova sede, os funcionários do estabelecimento estão instalados na Secretaria de Cultura e Turismo (SECTUR). Na secretaria também estão guardados os livros da biblioteca em uma sala que foi desocupada especialmente para armazenar o acervo estimado em cerca de 25 mil livros.

Rosângela ainda comentou que a biblioteca receberá uma quantidade indeterminada de novos títulos quando for reinaugurada no novo prédio e contará com novos setores devido ao espaço maior, dentre eles, um setor de pesquisa e uma área infantil.

0 44

A redução se dará com a implantação de um novo programa de coleta seletiva na cidade

Empresas antes subsidiárias passaram a ser terceirizadas pela prefeitura. (Foto: Divulgação)

Os caminhões de lixo que sobem a Rodovia dos Tamoios para o aterro de Jambeiro, diariamente, sofrerão uma diminuição da carga em breve. Isso porque cada vez mais será reduzida a tonelagem de resíduos em função da intensificação da coleta seletiva de lixo, o que implicará na redução do carregamento de lixo reciclável. Esta é a perspectiva da Prefeitura de Caraguatatuba, que lançou um novo programa de coleta seletiva no último mês de agosto.

Prefeitura pretende diminuir o transbordo com nova coleta seletiva. (Foto: Divulgação)

Segundo o chefe de Meio Ambiente da Secretaria de Meio Ambiente de Caraguatatuba, Reinaldo Gomes Dias, o lançamento deste novo programa faz parte de uma série de medidas que a prefeitura vem tomando para melhorar a qualidade de vida e reduzir cada vez mais o lixo na cidade através da reeducação ambiental dos moradores.

As empresas de coleta seletiva, que já atuavam na cidade há cerca de cinco anos subsidiadas pela prefeitura, agora atuarão como empresas terceirizadas. São elas as cooperativas Maranata e Pegorecicla, sediadas respectivamente nos bairros Ponte Seca e Pegorelli, responsáveis pelas regiões centro-norte e centro-sul.

Gomes Dias ainda disse que a pretensão principal da prefeitura com essas medidas é a de aumentar a separação e recolhimento de lixo limpo, implicando na diminuição de tonelagem diariamente levada para Jambeiro. O objetivo é que apenas seis e não oito carretas subam a Serra todos os dias, reduzindo-se o gasto diário em até R$12 mil.

Gomes Dias também comentou sobre a situação das cooperativas, que terão total apoio da prefeitura para se manterem e que uma das maiores preocupações a curto prazo é a de que o cooperado sobreviva apenas da coleta. A longo prazo, disse que a prefeitura pretende instalar a política do lixo zero. “É quase utópico, coisa de 20 anos pra frente, mas queremos que o lixo seja 90% reciclável, 9% de composto orgânico e apenas 1% de contaminantes que serão descartados”.

A coleta seletiva já está em funcionamento e os itinerários podem ser consultados no site da prefeitura de Caraguatatuba.

Murilo Muniz falou sobre User Experience para o curso de Publicidade e Propaganda

Alunos de Publicidade e Propaganda prestigiaram palestra de publicitário. (Foto: Bruno Lázaro)

“O UX não é uma ciência exata. O consumidor não é um número, ele tem emoção. É justamente trabalhar com essa parte emocional”. A frase é de Murilo Muniz, que ministrou a primeira palestra da XXIV Semana Institucional do Centro Universitário Módulo para o curso de Publicidade e Propaganda sobre User Experience. O evento aconteceu entre os dias 18 e 22 de setembro, trazendo profissionais de diversas áreas.

Em sua palestra, Murilo abordou o tema User Experience – conhecido popularmente como UX – com muitos exemplos para ajudar no entendimento do assunto. Ele também mostrou os diversos modos que o UX pode auxiliar o publicitário no sucesso de seu material, utilizando como exemplos práticos materiais que ele mesmo produziu em sua carreira.

User Experience foi o tema principal abordado na palestra (Foto: Bruno Lázaro)

Segundo o publicitário, o UX é a área da publicidade que cuida da percepção do usuário para com a campanha do produto, que atrai o consumidor. É esse segmento que se preocupa com o design do produto, com o que o usuário irá pensar quando o vir e com a satisfação do cliente.

No desfecho da palestra, Murilo abordou sobre a vida que o publicitário leva quando segue neste ramo,  em uma espécie de bate-papo com os alunos que fizeram muitas perguntas ao palestrante, como especializações, qual área seguir e até mesmo se valia a pena seguir nesta profissão.

O Palestrante

Murilo compartilhou sua experiência profissional durante a palestra (Foto: Bruno Lázaro)

Murilo Muniz é publicitário, formado em Comunicação Digital e Pós-Graduado em Marketing e Comunicação Integrada pela Universidade Mackenzie. Também é proprietário e cofundador da agência Title Digital – São Paulo e trabalha em uma startup chamada Sports Match. De carreira, são 10 anos acumulados. Em UX, são pouco mais 5.

A programação está sendo fechada e a organização promete divulgá-la na próxima edição do FocaNaWeb

A última edição da Semana Institucional contou com diversas atividades para todos os cursos (Foto: Divulgação)

O Centro Universitário Módulo receberá mais uma edição da Semana Institucional no Campus Martim de Sá no mês de setembro. Entre os dias 18 e 22, a partir das 19h, haverão mesas redondas, palestras, oficinas, atividades culturais, debates, entre outros. As atividades do evento garantirão horas complementares e certificados aos participantes.

Neste ano, o evento é realizado pela quinta vez (a primeira versão foi em 2013) e tem a mesma premissa:  ampliar o conhecimento aos alunos de todos os cursos. Na edição do ano passado, a Semana contou com palestras cujo objetivo era aprofundar o conhecimento adquirido pelos alunos nas aulas e ampliar o leque de informações referentes a cada um dos cursos ministrados no Módulo. Assuntos como Segurança em Aplicações, Morfologia Urbana, Meio Ambiente, Treinamento de Força, Bird Watching e muitos outros foram apresentados aos participantes do evento por meio de atividades diversas.

Durante a Semana do ano passado, ocorreu, no curso de Jornalismo, debate sobre o jornalismo regional (Foto: Galvão Júnior)

O Campus Martim de Sá também recebeu na última edição da Semana o 1º Fórum de Jornalismo Regional do Litoral Norte. Foram reunidos alguns jornalistas de veículos regionais de vários segmentos como o Tamoios News (online), Canal 20 e Morada FM. Durante o fórum, abordaram-se temas como assessoria de imprensa, radiojornalismo, apuração de informações, jornal impresso e cobertura televisiva. Neste último, houve a presença como palestrante, dos repórteres da TV Vanguarda, Pedro Melo e do Canal 20, Milton Diniz.

Segundo o ex-estudante de Jornalismo, Charles Teixeira, as palestras ajudaram a entender como as coisas funcionam no ambiente profissional. “No jornalismo, eu aprendi como as coisas funcionam no rádio e na TV, por exemplo. Deu uma boa perspectiva”. Apesar da importância que deu ao evento na área de Jornalismo, Charles decidiu-se pela mudança de curso. Atualmente, está matriculado em Direito e espera o mesmo nível das palestras ocorridas no ano passado.

Para o também estudante de Direito, Gabriel Gomes, “a Semana Institucional é um evento necessário, mas deveria ter maior participação dos alunos. Isso poderia ocorrer se os professores incentivassem os alunos a produzirem trabalhos em classe a partir dos debates realizados na semana.” Quando perguntado sobre as expectativas para a edição deste ano, Gabriel diz estar com grandes expectativas e acredita que “a tendência é só melhorar”.

A reportagem do FocaNaWeb entrou em contato com o professor e coordenador da Semana Institucional 2017, Fábio Lippi, a fim de obter informações sobre o programa do evento. O coordenador do evento informou que o programa ainda não está concluído e que o divulgará ao FocaNaWeb assim que estiver pronto.

0 136

O prefeito de São Sebastião ainda pode recorrer e garante que permanecerá no cargo por quatro anos

Prefeito de São Sebastião, à esquerda, em foto com o ex-prefeito Ernane Primazzi (Fotos: Divulgação)

O prefeito de São Sebastião, Felipe Augusto (PSDB), e o vice-prefeito Amilton Pacheco (PSB) tiveram seus mandatos cassados pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), em decisão publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo, no último dia 7. Eles se tornaram inelegíveis a qualquer cargo eleitoral durante oito anos, embora possam continuar no mandato até o julgamento na segunda instância.

De acordo com a ação proposta pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), em dezembro de 2016, ao juiz Paulo Guilherme de Faria, houve abuso do poder político e econômico nas eleições para o Executivo naquele ano, além de uso indevido de meios de comunicação por parte da chapa do atual prefeito. A ação seguiu em sigilo durante seu processo.

Mandado do MPE apreendeu exemplares de veículos regionais.

De acordo com o MPE, as provas foram obtidas através de quebra de sigilo telefônico, mandados de busca e apreensão de materiais, que apontaram irregularidades em notícias positivas ao candidato publicadas em veículos da região, supostamente financiados com recursos de campanha não declarados à Justiça Eleitoral.

Conforme divulgado pela imprensa, um dos veículos envolvidos na ação do MPE foi o jornal “A Balsa”. A reportagem do FocaNaWeb tentou entrar em contato com o dono do veículo, Cacá Alberti. Via rede social, o proprietário do jornal informou que como o processo segue em segredo de justiça, não pode falar sobre o assunto ou dar mais informações enquanto este não for liberado.

Apesar de terem seus mandatos cassados, Felipe Augusto e seu vice ainda podem recorrer à decisão do MPE. Na ocasião, os políticos disseram em nota oficial que não haviam sido informados da decisão pelo MPE e que “o processo está longe de seu fim”. Garantiram que governarão os quatro anos de mandato normalmente.

A reportagem do FocaNaWeb tentou entrar em contato com o prefeito em duas ocasiões, mas não conseguiu falar com o chefe do Executivo. A assessoria de Imprensa da prefeitura informou que o processo encontra-se em andamento e que novas informações só serão divulgadas após a finalização do caso.

Se a chapa de Felipe Augusto vier a deixar seu posto na prefeitura, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Sebastião terá de convocar novas eleições à prefeitura entre 20 e 40 dias após a deposição, de acordo com a Lei Eleitoral 4737/65 art. 224.  A eleição será de forma direta. No entanto, caso a vacância do cargo venha a ocorrer a menos de seis meses do final do mandato, o pleito será realizado de maneira indireta.

 

0 206

Aos 58 anos, Clóvis dedicou quase toda sua vida à feira

Clóvis carregando seu caminhão com flores no fim da feira. (Foto: Bruno Lázaro)

Feiras livres acontecem praticamente todos os dias em qualquer cidade brasileira, em diversos bairros e quase em todos os dias da semana. Apesar disso, pouco se sabe sobre o lado do trabalhador, do feirante, que acorda antes do sol nascer, para garantir que sua barraca esteja completamente armada logo pela manhã. Mesmo sendo um trabalho árduo e cansativo, a grande maioria dos feirantes considera o trabalho digno e compensador.

Assim pensa Clóvis Domingos, que considera a feira sua vida. O florista de 58 anos veio de família de feirantes e atua no ramo das feiras há 50 anos. Há 20, decidiu vender flores. “Minha vida praticamente começou na feira, não consigo viver sem ela”, disse ele.

Domingos começou na barraca de sua família, aos oito anos. Desde então, apaixonou-se pelo ramo e nunca mais o deixou, trabalhando em outras barracas, como ourives, vendedor de peixe, bijuterias e de confecção. O florista também contou que a renda é satisfatória e suficiente para ele e sua família. “Formei duas das minhas filhas e só não formei a terceira porque ela não quis”.  No tempo vago, o florista atua como comerciante, comprando e vendendo diversas coisas, em especial terrenos e veículos na região do Litoral Norte.

Já Jorge Leonaite, 55, possui uma história diferente da de Clóvis. Leonaite trabalhava em um banco, mas passou a ficar insatisfeito com o stress e com a rotina que levava, e saiu por conta própria do emprego anterior para então, por necessidade, começar sua vida como feirante junto de sua família. “No começo eu não gostava, mas com o tempo aprendi a amar o que faço”, contou. O feirante apontou como principal vantagem de atuar em sua profissão o fato de que não se fica desempregado, mas a pequena desvantagem é ter que trabalhar de domingo a domingo, muitas vezes sem intervalo. “Apesar disso, tudo que tenho veio da feira. Gosto do que faço”.

Felipe Rodrigues reorganizando seus produtos nas bancadas de sua barraca (Foto: Bruno Lázaro)

Outros feirantes herdam as barracas de suas famílias e as levam adiante, como Felipe Rodrigues, 23, que assumiu a barraca de sua mãe após ela decidir sair da feira depois de dez anos no ramo para atuar como contadora. Segundo Rodrigues, sua mãe começou a trabalhar na feira por necessidade de um emprego e sustento para sua família e desde então, tudo que conquistaram veio da feira. “Ela começou com um carro velho, depois conseguiu comprar uma kombi e depois um caminhão”.

Rodrigues também contou como funciona o reaproveitamento de alimentos de sua barraca. “Na feira se trabalha com muito material e é difícil vender tudo. Por isso, abaixa-se os preços dos produtos e os vendemos em bacias, mas há descarte quando o produto perde sua qualidade”.  Apesar de gostar, Rodrigues disse que há a possibilidade de mudar de ramo para trabalhar em uma transportadora.

Em sua grande maioria, os feirantes gostam do que fazem e dificilmente se vêem fora da feira. Não pretendem parar suas atividades como feirantes, como Clóvis e Jorge, mas há casos isolados em que o feirante estuda a possibilidade de sair da feira atrás de novas oportunidades, como Felipe e sua família, que apesar de gostarem da feira e não se enxergarem em outro emprego, pretendem deixar o ramo das feiras para seguir em outras áreas.

Processo periódico tem como objetivo evitar alagamentos e enchentes em todas as regiões da cidade

Escavadeira em trabalho de limpeza no rio da Paca (Foto: Márcia de Paula/PMC)

No mês de abril, a prefeitura de Caraguatatuba conduziu operações de limpeza e desassoreamento de valas e rios, para evitar que áreas de risco sofram com alagamentos em enchentes durante épocas chuvosas e também para evitar que ressacas tenham efeito negativo sob a cidade.

De acordo com o Diretor de Limpeza Urbana da Secretaria de Serviços Públicos (Sesep), Gilberto Santos, as operações de limpeza de valas e rios são um trabalho contínuo e cíclico, feito periodicamente e intensificado em períodos chuvosos, principalmente por volta de março e setembro. Santos ainda afirmou que não há uma área de foco na operação em seu todo, pois a cada período há uma região que demanda mais atenção do que as demais. Ele estimou cerca de 12 a 15 valas e rios que são atendidos pelas operações da Sesep.

Segundo ele, os principais processos adotados para que a operação tenha sucesso são os de limpeza, desassoreamento e aprofundamento do leito, mas também há a utilização de outros métodos, como o de contenção de margens, variando de acordo com o que a região necessita. “É um trabalho muito importante para a cidade e essencial para evitar alagamentos e enchentes nos bairros”, disse ele.

O diretor também contou que os processos serão refeitos por volta do mês de setembro, visando um menor impacto por parte das chuvas que podem vir. “Vivemos em uma região que chove muito em pouco tempo. Precisamos estar preparados”, concluiu.

Há 21 anos, Maria Apparecida Waack frequenta as aulas do curso

Dona Cida (na primeira fileira ao centro) em uma das palestras na Universidade Aberta (Foto: Bruno Lázaro)

Quando se vê uma figura feminina de média estatura, cabelos brancos e idade avançada, é difícil imaginar que ela pode fazer parte da Universidade Aberta, um curso livre gerenciado pelo Centro Universitário Módulo para pessoas acima dos cinquenta anos, que visa a reintegração social, política e cultural.

É o caso de Maria Apparecida Waack, 90, conhecida como Dona Cida, a aluna mais idosa da classe e também a que está lá há mais tempo, totalizando 21 anos desde o início do curso livre,  em 1996, quando ainda nem mesmo era gerenciado pelo Centro Universitário Módulo.

Natural da cidade de São Paulo, Dona Cida formou-se na Universidade Presbiteriana Mackenzie, onde frequentou o curso de correspondente e logo conseguiu seu primeiro emprego na área. Algum tempo depois, Dona Cida começou a trabalhar com o então candidato à prefeito da cidade de São Bernardo do Campo, Lauro Gomes, como sua secretária, e o acompanhou até o fim de sua vida.

Em 1992, devido às condições de saúde de sua mãe, Dona Cida tomou a decisão de se mudar para a cidade de Caraguatatuba, visando uma vida mais calma. “Em Caraguá, atuei como Secretária da Condição Feminina de Caraguá e Presidente do Conselho do Idoso”, conta.

Após poucos anos morando na Cidade, já com cerca de 60 anos, Dona Cida ingressou na Universidade Aberta por curiosidade e então “mudou sua vida”, como a própria aluna declara. Para ela, o ingresso na Universidade Aberta expandiu seus horizontes, pois o curso abordou assuntos que não faziam parte do seu dia a dia ou nem mesmo tinha conhecimento, mas o que mais a incentiva a continuar é o fato da valorização da terceira idade. “A Universidade Aberta dá a chance de reaproveitar sua vida, dando mais sentido à ela”, disse a aluna.

Alunas da Universidade Aberta durante palestra (Foto: Bruno Lázaro)

Segundo a coordenadora do curso, a professora Divina Fátima dos Santos, o grande objetivo da Universidade Aberta é justamente valorizar a terceira idade, reciclar a convivência em sociedade dos alunos e atualizá-los em diversos temas, sejam eles políticos, sociais ou culturais. A Universidade Aberta tem aulas às terças e quintas das 14h30 às 16h30.  Nas terças, os alunos têm aula de arte contemporânea, já nas quintas o conteúdo é variado, desde palestras até dinâmicas.

OUTRAS NOTÍCIAS

0 29
O Centro Universitário Módulo inaugurou novos laboratórios para os cursos de Engenharia Civil e Engenharia de Produção, sendo a primeira instituição do Vale do...